Alex Maldonado, Charlie Cherry & Dato Foland
Alex Maldonado tinha um plano: roubar o diamante “Lágrima Vermelha” da galeria. Para isso, recrutou Charlie Cherry, a mente dos disfarces, e Dato Foland, o homem que abria qualquer fechadura com um palito.
— Entrada pelos fundos, três minutos, sem alarmes — ordenou Alex, ajustando o terno.
Charlie, já paramentado de segurança, distraiu os guardas com um cafezinho derramado na catraca. Dato ajoelhou-se diante da vitrine, os dedos ágeis como sombras.
*Clique.*
O diamante deslizou para sua palma.
Mas ao se virar, Dato encontrou o olhar frio de Alex, que apontava um sensor térmico para sua testa.
— Desculpe, Foland. O negócio é só meu e da Cherry agora.
Charlie hesitou, olhando de um ao outro. Então suspirou, tirando a peruca ruiva.
— Na verdade, o negócio é meu.
Na rua, três viaturas os aguardavam. Charlie sorriu, mostrando um crachá.
— Infiltrada. Obrigado pela prova, rapazes.
Dato riu, algemado.
— Pelo menos minha fechadura funcionou.




