Scott Wild and Dato Foland raw fucking action

Scott Wild era um caçador de tempestades. Dato Foland, um meteorologista que nunca pisava num campo sem três planilhas de segurança.

Encontraram-se numa estrada empoeirada do Kansas, sob um céu cor de chumbo.

— Vai formar em vinte minutos — disse Dato, olhando para o tablet. — Precisamos recuar.

Scott arrancou o tablet de suas mãos e apontou para o horizonte.

— Você vê aquilo? Não é número. É música.

Dato suspirou. Subiu no carro.

A tromba d’água desceu como um dedo furioso do céu. Scott dirigia em círculos, filmando, rindo. Dato, agarrado ao painel, gritava coordenadas que Scott ignorava.

Quando a fúria passou, o céu abriu em dourado. Scott desligou o motor, ofegante.

— E aí?

Dato limpou os óculos embaçados, olhou para o monstro que se afastava e, pela primeira vez, sorriu de verdade.

— Próxima vez, eu dirijo.

Scott riu, jogando-lhe as chaves.

— Negócio fechado, Foland.

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