Han Cross e Troy Daniels se odiavam no escritório. Discussões sobre prazos, métodos, tudo virava briga. Até que uma queda de energia os trancou no elevador.
— Culpa sua — disse Troy, mas sem veneno.
Han riu, cansado. — Senta aqui. Vai demorar.
Passaram horas contando medos e sonhos. Troy confessou que desenhava nas horas vagas. Han, que escrevia poemas que nunca mostraria.
Quando a luz voltou, Troy segurou seu rosto.
— Me mostra um dia?
— Só se você me mostrar seus desenhos.
O beijo veio no corredor escuro. Amor nasceu onde só existia guerra.
