Patricio Molina e Danny Baldwin fudendo bem gostosinho
O elevador do escritório parou no 12º andar e Patricio Molina entrou, distraído com os papéis na mão. Danny Baldwin estava encostado no canto, fones de ouvido, jeans desbotado e uma tatuagem no antebraço.
— Você é o novo do jurídico? — Patricio perguntou, só pra dizer algo.
Danny tirou um fone.
— Sou. E você é o cara que reclama do café todas as manhãs.
Patricio arqueou uma sobrancelha.
— Me segue?
— Todo mundo segue. Você reclama alto.
O elevador parou. Nenhum dos dois saiu.
— Seu andar já passou — disse Danny.
— Eu sei.
Danny sorriu, um sorriso torto que fez Patricio esquecer o nome do próprio processo.
— Quer tomar um café? — Danny ofereceu. — Dizem que aqui perto tem um que você não reclama.
— Vou adorar provar que você está errado.
Tomaram café. Depois jantar. Depois cerveja na sexta.
No domingo, Patricio acordou com Danny fazendo café na sua cozinha, a tatuagem do antebraço exposta: um pássaro em voo.
— Esse café tá horrível — Patricio provocou.
Danny virou, a xícara na mão.
— Então devolve o beijo que te dei ontem.
Patricio puxou ele pela camisa.
— Nem morto.






