Leo Ryder fucks Gage Palmer

Leo Ryder era mecânico de motos e tinha os dedos sempre manchados de graxa. Gage Palmer era o cliente que aparecia toda semana com um problema diferente na mesma moto antiga — um problema que nunca existia de verdade.

“Rangido de novo?”, perguntou Leo, enxugando as mãos num pano.

Gage deu de ombros, sorrindo. “Acho que ela gosta de você.”

Leo riu. “A moto ou você?”

Gage corou. Passou a trazer café nas visitas. Leo começou a deixar a moto “pronta” só na hora em que Gage chegava. Conversavam por horas, entre ferramentas e o cheiro de óleo.

Numa sexta, Gage apareceu sem a moto. “Vim confessar”, disse ele. “Não tem rangido nenhum.”

“Eu sei.”

“Você sabia?”

Leo se aproximou, limpando as mãos devagar. “Sou mecânico, Gage. Sei quando um motor está perfeito.” Ele parou a um passo. “Mas você continuou voltando.”

“Porque você é o único lugar onde eu quero estar.”

Leo segurou o rosto dele com cuidado, os dedos ainda mornos. “Então fica.”

O beijo teve gosto de café e graxa. E a moto antiga, finalmente, ganhou descanso.

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