Max Konnor fucks Siren Santiago

A boate pulsava em vermelho e preto, o baixo vibrando no peito de quem dançava. Max Konnor observava do camarote, o uísque girando no copo, os olhos fixos na pista.
Ela apareceu entre a multidão como um corte na escuridão. Cabelos escuros, vestido azul, uma aura que não pedia licença. Siren Santiago subiu as escadas sem desviar o olhar.
— Você me encarou a noite inteira — disse, parando à sua frente.
Max inclinou a cabeça.
— E você veio até aqui. Quem está encarando quem?
Siren sorriu, puxou a cadeira e sentou.
— Gosto de homens que sabem o que querem.
— E você? Sabe o que quer?
Ela pegou o copo dele, bebeu um gole.
— Sei. E pelo visto, você também.
A música mudou lá embaixo. O mundo continuava girando, mas naquele camarote, o tempo resolveu fazer uma pausa.
— Me leva pra casa — Siren pediu, não como pergunta.
Max largou uma nota sobre a mesa, levantou-se.
— Não perguntou se eu sou perigoso.
Ela passou por ele, parou na porta.
— Já sei que é. Mas os perigos certos valem a pena.
Desceram as escadas juntos. Lá fora, a noite esperava.




