Aksen Daves & Bentley Race – Fucking My Hot Brazilian Mate
Aksen Daves consertava motores na oficina do pai. Bentley Race pilotava carros de corrida, vivia entre pódios e patrocinadores.
Se encontraram por acaso. Bentley entrou na oficina com o possante enguiçado, o capacete embaixo do braço, os olhos cansados de tanta estrada. Aksen olhou por cima das ferramentas e sentiu o coração acelerar.
— Conserta ou só olha? — perguntou Bentley, sem jeito.
— Conserto. Mas olhar também faz parte.
Bentley riu, um som raro naquela boca acostumada a sorrisos de propaganda. Ficou vendo Aksen trabalhar, as mãos sujas de graxa, a concentração silenciosa.
— Sempre tão dedicado assim?
— Só quando o cliente interessa.
Na semana seguinte, Bentley voltou. Não precisava. O carro estava impecável. Mas ali estava ele, encostado no batente, esperando.
— Passando pra agradecer — mentiu.
Aksen limpou as mãos no pano, os olhos fixos nos dele.
— Quer um café?
— Quero.
Tomaram café no meio das latas de óleo. Bentley falou de pistas, Aksen de pistões. Descobriram que gostavam da mesma velocidade, do mesmo risco, do mesmo frio na barriga.
— Me leva pra dar uma volta? — pediu Aksen.
— Amanhã. Sete horas.
Bentley saiu sorrindo. Pela primeira vez, a largada não era num autódromo.




