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Hung Buddies Fuckin on the Couch – Roberto Zib, Rusty Taylor

Na cidadezinha adormecida de Pontal do Cefeu, onde o tempo escorria devagar como o rio que a margeava, dois estrangeiros haviam se refugiado, cada um trazendo consigo um tipo diferente de silêncio.

Roberto Zib era um cineasta. Ou tinha sido. Agora era um homem com olhos fundos e mãos que tremiam levemente, carregando uma mala cheia de rolos de filme 16mm não revelados e uma câmera Bolex que não usava há anos. Viera para Pontal fugindo do barulho de sua própria carreira despedaçada – um documentário aclamado, seguido por um fracasso estrondoso e um divórcio ainda mais alto. Alugara a antiga casa da família Pimentel, cheia de móveis pesados e sombras, e passava os dias caminhando pelas ruas de terra, observando, sem jamais filmar. Seu talento era capturar verdades cruas, mas a verdade que encontrava agora dentro de si era por demais dolorosa.

Rusty Taylor não era seu nome de batismo, mas era o único que importava. Um ferreiro americano que um dia largou uma vida corporativa em Chicago para seguir um sonho antigo. Comprou a antiga forja à beira do rio e a transformou na “Bigorna do Cefeu”. Seu mundo era o som da martelada ritmada no metal incandescente, o chiar da água na têmpera, o suor que escorria em seu torso musculoso, marcado por antigas queimaduras e tatuagens desbotadas. Rusty não falava muito. Sua linguagem era o fogo e o ferro. Criava portões elaborados, ferragens para as casas antigas e, secretamente, pequenas esculturas de animais que doava às crianças. Ele viera em busca de paz, e a encontrara no trabalho físico e na solitude.

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