AmadorBarebackBoqueteVídeos Gays

Hotel Date – Jordan Starr and Kai Reynolds fuck

**Jordan Starr** brilhava com uma luz própria, mas era uma luz controlada por outros. Aos 26 anos, era a estrela em ascensão da franquia de ficção científica *”Cygnus Rift”*, onde interpretava Kaelen, um androide heroico e impassível. Sua vida era um agendamento preciso: treinos, sessões de autógrafos, gravações de dublagem, fotos para redes sociais com um sorriso que não chegava aos olhos. Ele vivia engarrafado em hotel, em cidade de gravação, em estúdio. Seu mundo era feito de telas verdes, maquiagem à prova d’água e perguntas repetidas sobre sua vida amorosa ideal, para as quais ele tinha uma resposta pré-aprovada pelo estúdio.

**Kai Reynolds** era o oposto do brilho. Trabalhava como biólogo marinho em um centro de pesquisa costeira em uma ilha remota. Sua vida era marcada pelas marés, pelos ciclos das lulas vaga-lume e pela paciência infinita da observação científica. Ele usava roupas de borracha salgadas pelo mar, tinha os braços marcados por arranhões de corais e um bronzeado que vinha de verdade, não de spray. Sua fama se limitava a um punhado de artigos acadêmicos sobre a comunicação de golfinhos. Ele não sabia quem Jordan Starr era.

O destino (ou um roteirista preguiçoso) os colocou no mesmo lugar. A produtora de *”Cygnus Rift”* escolheu a ilha de Kai como locação para as “Cenas do Planeta Oceano Primordial”. Jordan chegou de helicóptero, com sua comitiva, sentindo-se um peixe fora d’água em seu próprio traje espacial de borracha falsa.

Kai foi designado como consultor técnico, para garantir que os “alienígenas aquáticos” tivessem uma biologia minimamente plausível. Ele odiou a ideia desde o início. Odiava a perturbação, as luzes, o barulho dos geradores assustando seus golfinhos.

No primeiro dia, Jordan, tentando escapar de seu assistente pessoal, se perdeu na trilha que levava à cabana de pesquisa de Kai. Ele encontrou Kai não no centro, mas na docinha, sentado na beira do píer, jogando pedrinhas na água sob a luz do entardecer. Jordan, acostumado a ser reconhecido imediatamente, ficou parado, observando. A quietude daquele homem era tão densa e real quanto a sua própria existência parecia oca e fabricada.

“Você é do… da filmagem?”, perguntou Kai, sem se virar, como se tivesse sentido a presença dele.
“Infelizmente, sim”, respondeu Jordan, a voz um pouco rouca de tanto forçar o “tom heroico”.
Kai finalmente se virou. Seus olhos eram da cor do mar em um dia de tempestade que passa. Ele estudou o rosto de Jordan, não com o reconhecimento histérico de um fã, mas com a curiosidade clínica de quem observa uma nova espécie. “Você parece exausto.”
Ninguém, em anos, havia dito algo tão simples e verdadeiro para Jordan Starr. A fachada rachou um pouco. “É que é cansativo”, ele admitiu, sentando-se no píer a uma distância segura, “interpretar um ser que sente menos do que você.”

Naquela noite, ao invés de voltar para a suíte VIP do resort, Jordan ficou na cabana desorganizada de Kai, ouvindo-o explicar, com paixão genuína, como as estrelas-do-mar se regeneram. Era a coisa mais fascinante que Jordan já ouvira. Mais do que qualquer roteiro de Hollywood.

Nos dias seguintes, um contrabando silencioso aconteceu. Jordan fugia das filmagens para aprender os nomes reais dos peixes no aquário de Kai. Kai, por sua vez, começou a ver o rosto cansado por trás do androide Kaelen, um jovem afogando-se em sua própria fama. Ele não via uma estrela de cinema; via um homem que nunca tinha sujado os pés na lama por prazer.

A cena crucial era um mergulho. Jordan deveria nadar entre “criaturas alienígenas” (CGI que seria adicionada depois). Ele, porém, tinha um medo secreto de águas profundas. O diretor gritava, o cronograma estava atrasado, a pressão era insuportável.

Kai, observando da beira do barco de pesquisa, viu o pânico nos olhos de Jordan. Sem pedir permissão, ele vestiu seu equipamento e mergulhou. Não como consultor, mas como salva-vidas. Na água turva e silenciosa, longe dos olhos de todos, ele simplesmente segurou a mão de Jordan e apontou para um cardume de peixes-lua que passava, majestoso e real. O medo de Jordan se dissolveu, não pela lógica, mas pela solidez daquela mão na sua.

Aquela noite, na pequena docinha, sob um céu salpicado de estrelas verdadeiras, Jordan falou. Falou da solidão das bilheterias, do sabor de plástico da comida de hotel, do medo de ser esquecido. Kai escutou, sem julgamento. E então contou sobre a solidão de quem passa meses observando golfinhos que têm uma vida social mais rica que a sua.

“Qual é o seu nome?”, perguntou Jordan de repente. “Seu nome verdadeiro. Não ‘o consultor’.”
“Kai. Kai Reynolds.”
“Jordan. Apenas Jordan.”

O helicóptero levou Jordan Starr de volta para o mundo das luzes de flash e dos contratos uma semana depois. O filme foi um sucesso. O androide Kaelen era mais amado do que nunca.

Mas, em seu celular pessoal, Jordan tinha apenas um novo contato: **Kai**. E trocavam mensagens não sobre fofocas de Hollywood, mas sobre a maré cheia, sobre um novo artigo de Kai, sobre a saudade do som das ondas naquela docinha.

E, meses depois, quando a pressão do estrelato apertou novamente, Jordan Starr desapareceu do radar por dez dias. Os tabloides especularam de tudo. A verdade era mais simples e mais bonita: ele estava em uma ilha remota, ajudando um biólogo marinho a realojar um coral, as mãos sujas de sal e areia, os pés descalços, e o coração, pela primeira vez, completamente em paz. Ele não era uma estrela ali. Era apenas Jordan. E para Kai, que o via sem a maquiagem e as histórias, isso era a coisa mais brilhante do universo.

Vídeos relecionados

Botão Voltar ao topo

SEXO GOSTOSO ENTRE BRASILEIROS 🔥

X