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Nick Fields and Veg Daddy fuck – Sacred Oils and Impure Holes

Na pacata e peculiar cidade de Groveton, dois homens eram lendas por motivos completamente opostos.

**Nick Fields** era o poeta residente do jornal local, *The Groveton Gazette*. Seus versos, publicados todas as quintas-feiras, falavam de sombras úmidas em bosques, do suspiro das videiras antigas no muro da prefeitura e da melancolia das estações. Ele usava casacos de tweed mesmo no verão e carregava um caderno de capa de couro manchado por chá. Seu mundo era feito de metáforas, silêncios e uma solidão romantizada que ele alimentava como uma planta rara.

**Veg Daddy** era um fenômeno. Ninguém sabia seu nome real. Dono do caminhão de comida **”Veg Daddy’s Harvest Hack”**, ele era uma explosão de cores e sabores em uma cidade de tons pastel. Com um boné verde vibrante, avental com estampa de abacaxi e um bigode cuidadosamente aparado, ele gritava cardápios como poemas épicos: “*Batata Doce Assada com Creme de Alho-Confuso e Protesto Pacífico!*” ou “*Hambúrguer de Feijão Preto com Chutney de Raiva Boa e Queijo Derretido da Reconciliação!*”. Seu trator-food truck era um ponto de encontro, de alegria barulhenta e comida que aquecia a alma.

Nick odiava Veg Daddy. O caminhão estacionava toda sexta-feira bem em frente à sua janela favorita do café *”The Quill”*, arruinando sua contemplação do carvalho centenário com o som de funk antigo e o aroma invasivo de especiarias. Ele escreveu um soneto mordaz, *”Ode ao Barulho Alaranjado”*, criticando a frivolidade gastronômica que ofuscava a beleza sutil da vida. O jornal publicou.

Na sexta-feira seguinte, preso ao seu prato no caminhão, havia um recorte do soneto, emoldurado com cuidado. Abaixo, em letras de marcador, estava escrito: **”Para o Poeta de Papel Palha – Experimente a metáfora comestível. Esta batata é por você. De graça. Com raiva temperada.”**

Irritado e intrigado, Nick aproximou-se. A fila era longa, cheia de risadas. Quando finalmente chegou à janela, Veg Daddy o olhou com um sorriso que não era de provocação, mas de genuína curiosidade.
“O Fields, né? Seus versos sobre a umidade da terra depois da chuva…”, Veg Daddy disse, virando uma batata dourada na chapa. “Fizeram eu querer criar um molho de nata com endro. É o mesmo sentimento, só que em calorias.”

Nick ficou sem palavras. Ninguém jamais havia feito uma conexão tão literal – e tão absurda – entre sua poesia e… comida.
“É profanação”, Nick conseguiu dizer, mas sem convicção.
“É tradução”, corrigiu Veg Daddy, entregando-lhe um potinho de papel quente. “Prova. A ‘Saudade Assada’.”

Era uma simples batata assada, mas recheada com uma mistura cremosa de cogumelos selvagens, alecrim e um toque de algo defumado que lembrava o outono. Nick deu uma mordida, ali mesmo na calçada. E algo em seu mundo de papel e melancolia rachou. Era bom. Era *real*. Era como comer um de seus próprios poemas, mas melhor.

Começou um estranho ritual. Toda sexta-feira, Nick ia ao caminhão. Veg Daddy criava um prato “inspirado” no poema da semana. “Névoa Matinal” virou um chá gelado de lavanda e pêssego. “Raiz Profunda” virou um pastel de inhame e beterraba com cobertura de tahine.

Nick, por sua vez, começou a escrever sobre cores que gritam, sobre a coragem do cominho, sobre a geometria perfeita de uma cebola roxa fatiada. Seus poemas perderam a névoa e ganharam sabor.

O ápice foi no festival de outono. Veg Daddy estava sobrecarregado, sozinho no caminhão. Sem pensar duas vezes, Nick largou seu caderno, arregaçou as mangas do tweed e pôs-se a lavar batatas e anotar pedidos. Suas mãos, acostumadas apenas à caneta, aprenderam a virar hambúrgueres de grão-de-bico.

No final da noite, exaustos e manchados de azeite e açafrão, sentaram-se nos degraus traseiros do caminhão, dividindo um pedaço de torta de maçã queimada das bordas.
“Você sabe qual é o meu nome verdadeiro?”, perguntou Veg Daddy, o barulho dando lugar a uma suave seriedade.
“Não”, disse Nick. “E não quero saber. Veg Daddy é perfeito. É quem você é.”
Um sorriso lento abriu-se no rosto do homem do boné verde. “E você, Nick Fields… você é só metáfora, ou tem algum sabor real aí dentro?”

Em resposta, Nick, poeta das palavras medidas, fez algo não planejado em nenhum de seus versos. Inclinou-se e beijou Veg Daddy, cujos lábios sabiam a alecrim e melaço.

A cidade de Groveton nunca mais foi a mesma. O poeta continuou a escrever, mas agora suas metáforas tinham raízes na terra e fome. O rei da batata continuou a criar pratos extravagantes, mas agora um deles, simples e nunca anunciado no cardápio, chamava-se **”Soneto em Tweede Assado”**, feito apenas para dois.

E toda sexta-feira, o funk antigo do Veg Daddy’s Harvest Hack soava um pouco mais baixo diante da janela do *The Quill*, em respeito ao poeta que, finalmente, havia encontrado algo mais saboroso para fazer do que apenas observar a vida passar.

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