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William Seed and Seb Leblan fuck on the boat – Shore Things

A estufa do Jardim Botânico Real era um mundo à parte, um universo de vapor quente, silêncio verde e o perfume denso da terra úmida. Era o reino de **William Seed**. Botânico-chefe, um homem de gestos meticulosos e fala rara, que conhecia cada semente, cada broto, cada suspiro de suas orquídeas raras como outros conhecem o ritmo do próprio coração. Seu mundo era de paciência milimétrica, de crescimento lento e silencioso.

**Seb Leblan** explodiu naquele silêncio como uma tempestade tropical. O novo fotógrafo de vida selvagem da revista *Nature’s Canvas*, contratado para documentar as florações noturnas. Usava camisas havaianas sob o casaco técnico, ria com o corpo todo e tratava todo mundo — do diretor ao estagiário — com a mesma intimidade descontraída. Sua energia era invasiva, luminosa, quase ofensiva para a ordem perfeita de William.

“Cuidado com o *Phalaenopsis amabilis*”, rosnou William no primeiro dia, quando Seb quase esbarrou em uma mesa com seu tripé desajeitado. “As raízes aéreas são sensíveis.”

Seb parou, olhou para a orquídea, depois para o rosto fechado de William. Um sorriso lento surgiu em seus lábios.
“Ela é linda. Parece uma bailaria congelada. Você consegue ouvir a música dela, Will?”

Ninguém o chamava de Will. Ninguém falava de música no meio do trabalho sério de respirar CO2 e regular a umidade. William ficou sem resposta, apenas virou as costas, seu pescoço avermelhando sob o colarinho impecável.

Mas Seb não se intimidou. Voltou noite após noite. E, enquanto esperava horas por uma única pétala se abrir, ele começou a falar. Falava das borboletas-monarca que fotografara no México, do silêncio absoluto do Ártico, da luz da manhã nas folhas da selva amazônica. William, inicialmente resentente, descobriu-se ouvindo. As palavras de Seb pintavam paisagens que suas plantas só podiam sonhar.

Um dia, uma rara *Dendrophylax lindenii*, a orquídea-fantasma, simplesmente se recusou a florescer. William estava desolado. Passava horas ao seu lado, verificando variáveis, impotente.

Seb observou por um tempo. Depois, sem cerimônia, pegou seu violão (que sempre trazia, para as longas esperas).
“Talvez ela só queira uma serenata diferente”, disse, e começou a tocar uma melodia suave e estranha, algo entre um folk e uma cantiga de ninar.

William estava prestes a repreendê-lo por ridicularizar seu trabalho. Mas então viu: Seb não estava brincando. Seus olhos estavam fechados, seus dedos tocavam com uma reverência genuína. Ele estava *oferecendo* algo. Algo tão intangível e vital quanto a luz.

Duas noites depois, a orquídea-fantyma desabrochou. Um florescimento tímido e perfeito. William encontrou Seb já lá, sua câmera capturando o momento, sua expressão era de puro êxtase silencioso. Quando Seb baixou a câmera, seus olhos encontraram os de William. E pela primeira vez, William não desviou o olhar.

“Ela ouviu você”, sussurrou William, a admiração vencendo o orgulho.

“Não”, corrigiu Seb suavemente, seu sorriso agora pequeno e privativo, só para William. “*Nós* ouvimos *ela*. Finalmente.”

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