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Wade Wolfgar fucks Bruce Jones

O vento cortante do inverno em Chicago sibilava entre os arranha-céus, mas dentro do “Wolf’s Den Gym”, o calor era gerado pelo suor e pelo som dos punhos contra os sacos de pancada. Wade Wolfgar, ex-lutador de MMA agora dono da academia, tinha uma presença que preenchia o espaço. Com barba grisalha e olhos que tinham visto muito ringue, ele era respeitado e um pouco temido. Sua filosofia era simples: a vida bate, você aprende a se defender.

Bruce Jones era o novo contador, contratado para colocar as finanças bagunçadas da academia nos eixos. Magro, de óculos e com um jeito meticuloso que gritava “escritório”, ele parecia um peixe fora d’água entre as jaquetas de couro e os grunhidos dos lutadores. Sua chegada foi recebida com desdém silencioso. Wade o via como um mal necessário, um capacho de terno que sumiria assim que os números ficassem verdes.

Bruce, no entanto, não se intimidou. Ele chegava cedo, arrumava as planilhas em uma pequena mesa no canto e, quando o último aluno ia embora, ele ainda estava lá. Wade começou a notar pequenas coisas: Bruce trouxe um aquecedor extra para o escritório gelado, lembrava o nome de cada aluno que pagava em dinheiro e, uma vez, consertou a máquina de café com um clipe de papel e paciência infinita.

A desconfiança de Wade deu lugar a uma curiosidade áspera. “Por que um cara como você fica até tarde num lugar como esse?”, perguntou Wade certa noite, secando o rosto com uma toalha.
Bruce ergueu os olhos da tela. “Porque aqui as coisas são reais. Não são apenas números em uma tela. É suor, é esforço, é superação. É… honesto.”
Wade nunca tinha pensado em seu mundo como “honesto”. Brutal, sim. Direto, talvez. Mas a palavra de Bruce ficou com ele.

Um dia, um grupo de valentões de outra academia veio causar problemas, duvidando da reputação de Wade. A tensão subiu, e um deles deu um empurrão em Bruce, que derrubou sua cadeira e suas planilhas voaram. Antes que Wade pudesse reagir com a força bruta de sempre, Bruce se levantou, ajustou os óculos e, com uma calma glacial, disse: “O prejuízo material é calculável. O processo por agressão e danos à propriedade que vou mover contra vocês seis, individualmente, não será. Sugiro que revisem suas escolhas.”

O silêncio foi absoluto. A lógica era a arma de Bruce, e ele a manuseava com precisão de cirurgião. Os invasores recuaram. Naquela noite, Wade ofereceu a Bruce uma cerveja, não no escritório, mas no bar sujo da esquina que ele frequentava.
“Você tem mais coragem do que a maioria dos caras que treino”, admitiu Wade, virando a garrafa.
“Coragem é relativa”, Bruce respondeu com um meio-sorriso. “Você enfrenta o perigo com os punhos. Eu enfrento com a mente. Ambos tentamos proteger o que é nosso.”

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