ViktorOnee, Kito Shelby and HotJavi fuck

A chuva fina caía sobre Neo-Tóquio, pintando de néon molhado as ruas da cidade baixa. No esconderijo apertado atrás de uma lavanderia automatizada, o único som era o clique frenético de dedos sobre hologramas táticos.
ViktorOnee, com seu casaco tecninja ajustado e rosto impassível atrás da máscara de respiração, monitorava os canais de segurança. “A guarda rotaciona em noventa segundos. A janela é de vinte e três. Precisamos sincronizar perfeitamente.”
Do outro lado da sala, Kito Shelby afiava meticulosamente a lâmina de seu “canivete harmonizador”, um dispositivo que não cortava metal, mas sim alarmes digitais. Seu olhar era sereno, quase entediado. “O fluxo de dados do cofre principal tem uma assinatura quântica única. Interrompê-lo sem desagradar o Sr. YakuzAI será… delicado.” Ele era o artista, o mestre das infiltrações silenciosas onde um único código errado significava a aniquilação digital.
“Delicado é o meu sobrenome, querido,” rugiu HotJavi, ajustando as luvas de impacto cinético. Ele era a tempestade, a força bruta calculada. Sua especialidade era a “persuasão física” e criar distrações espetaculares. “Enquanto vocês dois dançam com bits e bytes, eu garantirei que todos os olhos – humanos e eletrônicos – estejam olhando para o show errado.”
O alvo era a “Vault-7”, um cofre dentro da Torre Onibi, propriedade do império cibernético do enigmático Sr. YakuzAI. A recompensa não era crédito ou ouro físico, mas um pacote de dados: a localização do último servidor com a arquitetura da internet livre, pré-Grande Firewall.
ViktorOnee deu o sinal. “Janela aberta. Agora.”




