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Tyler Tanner and Derek Kage fuck

A cidade de Neo-Kyoto pulsava com luzes de néon e segredos. Tyler Tanner era o melhor “corretor de informações” do submundo, um homem que vivia de detalhes. Seus trajes eram impecáveis, seus planos, infalíveis. Ele não acreditava em sorte; acreditava em probabilidade. E a probabilidade dizia que, eventualmente, todo mundo encontra sua sombra.

Derek Kage era essa sombra.

Enquanto Tyler operava em salas VIP e trocava dados em servidores blindados, Derek Kage era um vazio nas câmeras de segurança, um sussurro nos corredores escuros. Onde Tyler usava lógica, Derek usava instinto. Onde Tyler via um quebra-cabeça, Derek via uma presa.

Seus caminhos se cruzaram por causa de um chip de dados, um artefato chamado “Pandora” que prometia desbloquear os códigos centrais do banco de dados global. Tyler foi contratado para vendê-lo. Derek foi contratado para tomá-lo.

A troca aconteceria no armazém 7B, um local escolhido a dedo por Tyler. Ele tinha saídas mapeadas, sensores de movimento instalados e a confiança de quem já havia previsto cada variável. O que ele não previu foi que Derek Kage não usaria as portas. Ele simplesmente *apareceu* do vazio entre as pilhas de contêineres, um homem de movimentos felinos e olhos que refletiam menos luz do que deveriam.

“Tanner,” a voz de Derek era suave, quase um arrasto. “O chip.”

Tyler não se agitou. Sua mão pairou sobre o detonador que iria liberar uma fumaça e confundir os sensores térmicos. “Kage. A lógica diz que você não sairá daqui com ele.”

“A lógica é sua aliada, não minha,” Derek retrucou, avançando sem fazer ruído. “Eu danço com o caos.”

O que se seguiu não foi uma luta, mas um jogo de xadrez vivo. Tyler acionou seus dispositivos—luzes estroboscópicas, emissores de som—tentando impor ordem ao ambiente. Derek se movia através deles como se fossem apenas brisa, usando as próprias táticas de Tyler contra ele. Ele não desviava das armadilhas; ele as incorporava à sua coreografia.

Quando Tyler se viu encurralado, sem mais truques tecnológicos, ele fez a única jogada ilógica: parou. Baixou as mãos.

“O chip está criptografado com uma chave de dupla autenticação,” Tyler disse, a mente trabalhando mais rápido que nunca. “Matar-me ou pegá-lo antes da venda irá torná-lo inútil. Seu cliente ficará… insatisfeito.”

Derek parou a um palmo dele, um estilete brilhando em sua mão. Ele estudou o rosto de Tyler, procurando por um blefe. Encontrou apenas cálculo.

“Proponho uma alteração no contrato,” Tyler continuou, a voz firme. “Trabalhamos juntos. Eu tenho o acesso. Você tem a… persuasão. Dividimos o pagamento final pela metade.”

O silêncio se estendeu. Então, para surpresa de Tyler, os lábios de Derek se curvaram em algo que quase era um sorriso.

“Sempre soube que nossa primeira reunião terminaria assim,” disse Derek, baixando a lâmina.

“Impossível. Eu calculei todos os cenários. A cooperação mútua tinha uma probabilidade de 2.3%.”

“Você subestima o caos, Tanner.” Derek guardou a arma. “Ou talvez só agora esteja aprendendo a abraçá-lo.”

Naquela noite, uma nova parceria nasceu nas sombras de Neo-Kyoto. Tyler Tanner, o arquiteto da ordem, e Derek Kage, o emissário do caos. E o mundo, cheio de segredos, nunca soube o que o atingiu.

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