Twink fucked by the butler – Nicola Veneziano, Andrew Lepy

Nicola Veneziano e Andrew Lepy: Paixão Italiana no Privê Gays
Nicola Veneziano, italiano de Milão com sotaque que derretia qualquer um, chegou ao privê gays com a elegância de quem nasceu para ser desejado. Andrew Lepy, sentado na poltrona com um olhar que misturava curiosidade e tesão, observou cada movimento daquele moreno de olhos verdes. O sexo gay amador sempre foi o território de Nicola — transas autênticas, sem frescura, onde o prazer mandava e a putaria reinava. Andrew, rabudo e provocante, levantou-se devagar.
“Finalmente”, disse Andrew, com a voz grave. “Pensei que você nunca ia chegar.”
Nicola sorriu, aproximando-se com passos lentos. “Bella figura precisa de tempo, meu amor.”
A putaria começou com um beijo que parecia incendiar o quarto. Mãos viajando por corpos suados, respiração ofegante, sotaque italiano misturado com gemidos. O pau de Nicola endureceu rápido, o pênis crescendo sob a calça social. Andrew ajeitou-se na cama, exibindo a rabudo avantajada que tanto enlouquecia o italiano.
“Me fode”, pediu Andrew. “Me come como se fosse a última vez.”
Nicola obedeceu. A pica entrou devagar, sentindo cada centímetro daquele corpo quente. Andrew gemeu alto, arranhando os lençóis. A transa começou pesada, uma foda de quem precisa se perder no outro. O sexo era bruto, sujo, verdadeiro — sexo gay na sua forma mais pura e selvagem.
A rola de Nicola deslizava, entrava fundo, saía quase toda para entrar de novo com mais força. Andrew se contraía, pedia mais, implorava mais. O pau de Nicola parecia feito para aquele rabo. Cada estocada era um choque de prazer que subia pela espinha dos dois. O suor escorria, os gemidos enchiam o quarto escuro do privê gays.
“Più forte”, sussurrava Nicola em italiano. “Mais forte, Andrew.”
Andrew acelerou. A pica entrava e saía num ritmo frenético. A foda virou dança, dois corpos em sincronia perfeita. O pênis de Nicola encontrava o ponto exato, e Andrew perdia totalmente a razão. A putaria tomava conta de tudo, e o sexo gay amador mais uma vez provava que a autenticidade vence qualquer roteiro ensaiado.
Quando o orgasmo chegou, foi avassalador. Gozaram juntos, ofegantes, abraçados como se o mundo fosse acabar. Andrew tremia. Nicola beijou sua testa.
“Perfetto”, confessou Nicola, a respiração ainda pesada. “Você é perfeito.”
Andrew sorriu, virando-se para encará-lo. “Ainda não acabamos, italiano. A noite é longa e minha rabudo ainda quer mais.”
Nicola riu. “Sei lá, ragazzo. Você é um safado.”
E no privê gays, a transa continuou. Porque quando o tesão é genuíno, uma foda nunca é suficiente. A rola de Nicola já pedia bis, e Andrew estava mais do que pronto para outra rodada de puro prazer italiano. A noite ainda renderia muitas horas de putaria e sexo selvagem.




