TitanX e Johnny Viperf não acreditavam em coincidências. Acreditavam em faíscas.
TitanX era força bruta, músculo e coragem, a muralha que ninguém derrubava. Johnny Viperf era velocidade, veneno doce, o beijo que queima antes de curar. Quando se encontraram, o mundo tremeu — não por medo, mas por pura eletricidade.
— Você é a única coisa que me faz parar — disse TitanX, ofegante.
— E você é a única razão pela qual eu não quero fugir — respondeu Johnny, com os olhos brilhando.
O amor deles não era fácil. Era feito de areia movediça e fogo, de noites insones e manhãs de trégua. TitanX aprendeu a ser delicado com quem amava. Johnny aprendeu que nem toda velocidade precisa ser uma fuga — às vezes, correr pode ser apenas correr para os braços de alguém.
Juntos, descobriram que o amor verdadeiro não suaviza as arestas — ele as ilumina. TitanX e Johnny Viperf: um vulcão e um furacão que decidiram dançar em vez de destruir. E essa dança, disseram, vale cada segundo.

