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Em Neon City, a noite nunca dorme. É um labirinto de luzes de néon, chuva eterna e torres que arranham um céu cor de azeviche. Num beco úmido atrás da boate “Ciberia”, Sebastian – ou The Twink Sebas, como era conhecido nos circuitos underground – tentava consertar o painel de interface do seu braço cibernético. Fios expostos cintilavam entre seus dedos ágeis, reflexos das luzes rosa e azul.

Sebas não era um twink no sentido frágil. Era uma fênix de circuitos e atitude, um prodígio da tecnologia procurado por corporações e gangues por sua habilidade de hackear qualquer sistema e desaparecer como fumaça. Seu trunfo? Uma graça felina e uma mente que processava dados como um deus. Mas agora, estava encrencado. O rastreador que implantaram nele estava prestes a transmitir sua localização.

Foi quando um clarão silencioso iluminou o beco, não vindo das luzes, mas do ar. O concreto fumegou onde a energia pura havia tocado. De dentro da fumaça, surgiu uma figura. Cabelos arrepiados com resquícios de energia estática, olhos que faiscavam com um azul elétrico, e mãos envoltas em luvas de contenção que soltavam faíscas ocas. Era Lee Sparks.

Lee não era um hacker. Era um acidente ambulante, um humano que sobreviveu a uma fusão com um reator de energia experimental. Agora, era uma usina de força instável, capaz de canalizar eletricidade pura, mas com tanto controle quanto um tornado. As corporações o chamavam de “O Corta-Circuito”. As gangues, de tempestade indomável. Ele estava em Neon City fugindo dos caçadores de recompensas da corporação que o criou.

“Você”, Lee rosnou, sua voz um zumbido de baixa voltagem. “O hacker. Dizem que você pode apagar qualquer coisa. Apague isso de mim.” Ele ergueu o pulso, mostrando um implante metálico idêntico ao que estava falhando em Sebas.

Sebas levantou um olho, sem pausar seu trabalho. “Implante de contenção de fase 3. Modelo antigo. Eles usam isso para tentar estabilizar o seu… problema de personalidade?”

“Para me rastrear e tentar me drenar como uma bateria”, Lee respondeu, e uma faísca escapou de seu dedo, explodindo uma lata de lixo do outro lado do beco. “Está superaquecendo. Vai me matar ou vou explodir um quarteirão.”

Sebas terminou de remendar seu próprio implante com um clique satisfeito. O sinal de rastreamento morreu. Ele então olhou para Lee, não para o ser de poder devastador, mas para o sistema falho. Viu o desespero por trás dos olhos faiscantes. Viu um projeto.

“Posso desarmar”, disse Sebas, sua voz suave contrastando com o ambiente. “Mas não aqui. E não de graça. Você é basicamente um sinal de rastreamento andante.”

“O que você quer?” Lee perguntou, a energia em volta dele oscilando com sua ansiedade.

Sebas sorriu, um sorriso afiado que refletia o néon. “Proteção. Sua… condição pode ser útil. E eu preciso de uma fonte de energia portátil.” Ele apontou para o braço cibernético. “O meu sempre acaba no pior momento.”

Era uma proposta insana. A furtividade absoluta com a força bruta caótica. O raio e o silêncio.

Contra todas as probabilidades, funcionou. Sebas guiou Lee até um esconderijo, um cubículo apertado cheio de telas e fios. Com ferramentas de precisão e uma calma hipnótica, ele hackeou o implante de Lee, redirecionando o fluxo de energia excessivo para um capacitor externo que ele improvisou. Lee, pela primeira vez em anos, sentiu um alívio, uma redução no zumbido constante em seus ossos.

Em troca, Lee tornou-se seu guarda-costas peculiar. Quando os capangas de uma corporação cercaram Sebas em um mercado de dados, Lee não atacou com precisão. Ele simplesmente… liberou um pulso. As luzes se apagaram, toda a eletrônica do lugar queimou, e eles escaparam na escuridão caótica.

Sebas reclamou do “método sutil”, mas não pôde negar a eficácia. Ele começou a ver o poder de Lee não como uma arma, mas como uma ferramenta. E Lee, por sua vez, viu em Sebas não apenas um técnico, mas alguém que olhava para ele e não via um monstro ou uma arma, mas um sistema que poderia ser melhorado. Alguém que não tinha medo.

Numa noite, sob a chuva de néon, eles observavam a cidade do telhado do esconderijo. Lee segurava uma xícara de café sem fumar, um triunfo de controle. Sebas terminava de modificar o capacitor, agora uma peça elegante na cintura de Lee.

“Eles ainda vão nos caçar”, disse Lee, sua voz agora um sussurro estável.

“Claro”, respoteu Sebas, um brilho de código dançando em seus olhos. “Mas agora você não vai explodir por acidente. E eu… finalmente tenho uma fonte de energia confiável.”

Lee soltou uma risada, uma faísca saindo de sua boca e se apagando na chuva. “Twink e Corta-Circuito. Soa como uma banda de synth-punk ruim.”

“É a nossa banda”, corrigiu Sebas, com um sorriso genuíno. “E a cidade toda vai ser nosso palco.”

E assim, The Twink Sebas e Lee Sparks se tornaram a lenda mais improvável de Neon City. O fantasma e o apagão. Onde um passava, sistemas falhavam, dados eram roubados e rastros desapareciam. Onde o outro chegava, o poder acabava e as trevas caíam, mas uma nova luz – a deles – sempre encontrava um caminho para brilhar.

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