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Stroking my big cock till I shoot a thick load – Brody Biggs (brodybiggsvip)

**Brody Biggs** era uma força da natureza. Na internet, como **@brodybiggsvip**, ele personificava o ideal de vida “grande e sem limites”. Seu feed era uma saga de músculos, camisetas esticadas, churrascos gigantes, caminhonetes e sorrisos fáceis. Ele era o “cara grande” que fazia tudo parecer maior, mais alto, mais intenso. Mas fora das telas, o “VIP” de seu nome sentia-se mais como um “Ilha Particular”. A persona sorridente e expansiva escondia uma solidão profunda — a dificuldade de saber se as pessoas gostavam de Brody ou do espetáculo “brodybiggsvip”.

Sua rotina de treinos pesados era sagrada. Todas as tardes, no mesmo parque, ele corria na trilha de terra batida, um titã em movimento entre os carvalhos. E todas as tardes, no mesmo banco sob uma velha árvore, um homem quieto observava os pássaros.

Seu nome era **Leo**. Era bibliotecário, magro, vestindo sempre camisas de flanela e calças cáqui. Seu mundo era de páginas sussurrantes e o voo delicado dos tentilhões. Enquanto Brody ocupava espaço, Leo parecia se fundir à paisagem. Enquanto Brody suava e respirava forte, Leo ficava imóvel, a única movimentação sendo seus olhos seguindo uma ave ou suas mãos virando as páginas de um guia de campo.

Por semanas, foram apenas duas peças de coreografias opostas no mesmo cenário. Brody notou o homem quieto, uma figura de calma que contrastava brutalmente com o turbilhão interno que ele carregava. Leo notou o gigante, uma tempestade de força controlada que, em certos momentos, ao parar para beber água, exibia uma expressão de cansaço que ia muito além do físico.

O primeiro contato veio de uma interrupção. Um grupo de adolescentes, empolgados, cercou Brody para selfies durante seu intervalo. Brody, como sempre, ativou o modo “VIP”: sorriso largo, braços musculosos ao redor dos garotos, piadas. Quando eles foram embora, o sorriso desabou como um palco vazio. Ele ofegou, apoiando-se em uma árvore, e seu olhar encontrou o de Leo, que observava tudo com um olhar curioso e sem julgamento.

Brody, inexplicavelmente envergonhado, foi até o bebedouro perto do banco de Leo.
— “Desculpe o barulho”, disse Brody, sem pensar.
Leo piscou, surpreso por ser abordado. — “Não há barulho para se desculpar. O choupo-canadense ali atrai mais atenção do que você. Mas ele lida bem.”
Brody olhou para a árvore, confuso, e depois de volta para Leo. Um sorriso genuíno, pequeno e cansado, tocou seus lábios. — “Ele é mais fotogênico, também.”
— “Discutível”, Leo respondeu secamente, voltando ao seu binóculo.

Foi o início. Brody começou a parar no mesmo banco após cada corrida. No início, só bebia água. Depois, começou a comentar sobre o clima. Leo respondia com fatos sobre como a pressão atmosférica afetava o canto dos pássaros. Brody ficou fascinado. Aquela era uma linguagem completamente nova, detalhada, tranquila.

Brody Biggs, o homem que fazia reviews de whey protein e desafios de comida, começou a perguntar sobre a diferença entre um pisco-de-peito-ruivo e um pisco-de-peito-malhado. Leo, que achava o mundo digital uma selva estranha, descobriu que o colosso suado tinha uma mente ágil e uma curiosidade infantil escondida sob toda aquela massa muscular.

O amor nasceu nas tardes silenciosas. Brody começou a trazer dois cafés. Leo começou a apontar, sem que Brody pedisse, um ninho de carriça escondido ou uma águia-pesqueira à distância. Brody falava da pressão das marcas, da solidão dos eventos. Leo falava da paz das estantes, do medo de festas lotadas. Eram o extrovertido exausto e o introvertido acolhedor, descobrindo que seus territórios opostos se sobrepunam naquele banco.

Brody aprendeu a ficar quieto e a ver. Leo aprendeu a rir mais alto, encorajado pelo riso contagiante de Brody.

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