Smith Sterling gets fucked and bred by a daddy

Smith Sterling se olhou no espelho do camarim, após o show. Seu corpo suado brilhava sob a luz. Ele sorriu, um sorriso de sacana, e trancou a porta.

“Hoje a putaria vai ser só minha,” ele murmurou para o próprio reflexo.

Smith, gay e assumido, adorava aqueles momentos de solidão. Ele era um safado que sabia exatamente como se dar prazer. Deitou-se no sofá, as mãos percorrendo o corpo musculoso. A foda começou solitária, mas intensa.

Ele era um daqueles putinhos viciados em sacanagem. Cada toque era uma explosão de sexo puro. O camarim ecoava com seus gemidos abafados. Sua imaginação voava, lembrando de encontros passados com outros sacanas.

“Assim,” ele gemia, arranhando o próprio peito.

Smith se conhecia bem demais. Sabia cada ponto fraco, cada jeito de se levar ao limite. A cumplicidade consigo mesmo transformava aquele momento numa foda inesquecível.

Exausto, caiu nos lençóis. Ofegante, riu sozinho. “Amanhã tem mais,” ele pensou, malicioso. “Sempre tem.”

E ali, no camarim silencioso, Smith descansou. Sabia que a vida era feita desses momentos — sexo, tesão e pura sacanagem. Para Smith, isso era mais que suficiente. Sozinho ou acompanhado, o prazer sempre encontrava um jeito.

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