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Sex, heat and orgasm – Lucas Dias, XXXluisflu

Lucas Dias era a batida constante por trás do caos. Produtor musical, seu dom era transformar ruído em harmonia dentro do estúdio de som à prova que mantinha em seu apartamento. Enquanto o mundo lá fora era imprevisível, sua vida era um loop de samples, equalizadores e paisagens sonoras meticulosas. Ele era tímido, expressava-se através de camadas de synth e batidas, e sua maior aventura era encontrar o groove perfeito escondido em um vinil antigo. O silêncio, para ele, era apenas uma pausa carregada de possibilidades.

XXXluisflu era o caos em pessoa. Luís Felipe, em seu canal, era um furacão de energia. Seus vlogs eram uma montanha-russa de emoções: um dia escalando um morro, no outro chorando sobre um filme, no seguinte fazendo uma receita extravagante às 3 da manhã. “XXXluisflu” era um mantra de excesso – risadas altas, opiniões fortes, uma vulnerabilidade exposta como um nervo à flor da pele. Ele vivia para a reação imediata, o comentário, o like, a sensação de nunca estar sozinho. Mas nos segundos após desligar a câmera, o vazio era tão grande quanto seu personagem era alto.

Seus universos colidiram por necessidade profissional. Luís, querendo algo único para a abertura de seu novo projeto, foi recomendado a um produtor “genial e barato”. O estúdio de Lucas, quando Luís chegou com sua câmera e energia transbordante, pareceu encolher. Era o habitat natural de um animal noturno sendo invadido por um papagaio colorido.

— “Preciso de um som que seja eu”, anunciou Luís, gesticulando. “Algo que grite ‘Luisflu’!”
Lucas, com fones de ouvido pesados, apenas piscou e ofereceu um café. — “Me mostra o que você faz.”

Luís passou horas mostrando vídeos, falando sobre sua vida, seus medos, suas manias. Lucas não disse quase nada. Apenas anotava, em um caderno, palavras soltas: “pico de adrenalina”, “risada nervosa”, “sinceridade brutal”. Para Luís, aquela quietude era desconcertante. Para Lucas, aquela torrente de informação era uma mina de ouro sonora.

Quando Lucas mandou a primeira demo, Luís ficou em silêncio. Não era o jingle animado que ele esperava. Era uma batida orgânica de coração acelerado, sobreposta a samples de seus próprios vídeos — sua risada, um suspiro, o barulho da cidade — tudo filtrado e organizado em algo que era, inegavelmente, a essência dele. Era caótico, mas era harmônico. Pela primeira vez, alguém não estava apenas ouvindo ele, estava entendendo a música por trás do grito.

— “Como você fez isso?” Luís perguntou, sem fôlego.
— “Eu só ouvi”, Lucas respondeu, com um encolher simples de ombros.

Começaram a trabalhar juntos. Luís ia ao estúdio não apenas para negócios, mas porque aquele bunker silencioso era o único lugar onde sua mente parava de gritar. Lucas começou a assistir aos vlogs, não pelo conteúdo, mas para estudar os ritmos da fala de Luís, as pausas entre as euforias. Aprendeu que o “XXX” no nome não era só rebeldia; era uma barreira.

O amor brotou nos intervalos. Nas pizzas frias comidas no chão do estúdio, nas madrugadas em que Luís adormecia no sofá e Lucas cobria-o com um cobertor, silenciosamente salvando o áudio da respiração tranquila para um projeto futuro. Lucas ensinou Luís a ouvir o mundo — o ritmo da chuva no ar-condicionado, a melodia de uma briga de vizinhos. Luís ensinou Lucas a falar — primeiro com olhares, depois com palavras, depois com toques tímidos.

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