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Sage Roux and Kyler Drayke fuck – Sage’s First Massage

A livraria “Oásis” era um labirinto silencioso de estantes de carvalho e o cheiro inconfundível de papel envelhecido. Era o reino de **Sage Roux**. Ele era um bibliotecário e encadernador, um homem de gestos suaves e palavras medidas, cujos dedos conseguiam reparar até as lombadas mais frágeis. Sua vida era uma sucessão de dias tranquilos, organizados como os livros por gênero e autor.

**Kyler Drayke** era um terremoto de denim e tatuagens. Um fotógrafo de conflitos que havia voltado para a cidade natal para se recuperar de um braço quebrado e de pesadelos que a luz do dia não apagava. Ele entrou na “Oásis” por acaso, buscando um lugar quieto, e encontrou um silêncio que era diferente de tudo que conhecia. Não era o silêncio vazio após um estampido, mas um silêncio cheio, preenchido por histórias.

Sage o observava. Kyler não lia os livros; ele os *assediava*. Passava os dedos pelas capas, folheava páginas com uma intensidade quase violenta, como se tentasse extrair a essência das palavras pela força do tato. Era uma presença disruptiva e magnética na paz ordenada de Sage.

Um dia, Kyler trouxe um livro velho e esfacelado até o balcão de encadernação. Era um livro de fotografias de paisagens italianas, herdado de seu avô. As páginas soltas caíam como folhas secas.

“Você consegue consertar isso?” A voz de Kyler era áspera, carregada de um ceticismo que parecia proteger algo mais profundo.

Sage pegou o livro com a reverência de quem segura um coração. “Tudo pode ser restaurado,” disse ele, suavemente. “Só precisa de tempo e paciência.”

Kyler riu, um som curto e sem humor. “Duas coisas que eu não tenho.”

Enquanto Sage trabalhava, colando cada página, reforçando a lombada com tecido novo, Kyler começou a aparecer todos os dias. Ele não falava muito. Sentava-se em um canto e apenas observava as mãos habilidosas de Sage realizarem sua magia lenta. Sage, por sua vez, começou a deixar pequenos livros de poesia ou contos curtos no balcão para Kyler, sem dizer uma palavra.

O amor deles não começou com um beijo, mas com um reparo. Foi Kyler, um dia, chegando com sua câmera e, sem pedir permissão, fotografando as mãos de Sage em ação. “É a coisa mais pacífica que eu já vi,” ele explicou, seu tom mais suave.

Foi Sage, em outra ocasião, encontrando Kyler tendo um pesadelo sentado em um canto escuro da livraria após o fechamento. Em vez de acender a luz ou acordá-lo bruscamente, Sage sentou-se no chão ao seu lado e começou a ler em voz baixa um poema sobre a constância das marés. A voz calma de Sage trouxe Kyler de volta à tona.

Kyler mostrou a Sage o mundo através de suas fotografias – não a guerra, mas a beleia crua e resiliente que ele encontrava mesmo nos lugares mais destruídos. E Sage mostrou a Kyler que algumas histórias não precisam ser arrancadas à força; elas se revelam com paciência e cuidado.

Quando o livro italiano finalmente ficou pronto, Sage o entregou a Kyler. Dentro da capa nova, ele havia colado uma pequena fotografia que Kyler havia deixado cair: uma imagem de um raio de sol entrando pela janela da própria livraria. E embaixo, escreveu: “Para novas paisagens.”

Kyler pegou o livro, seus dedos ásperos encontrando os de Sage. O toque foi um ponto de ignição no ar quieto da livraria.

“Eu não sei como consertar as coisas que estão quebradas em mim,” Kyler sussurrou, sua vulnerabilidade exposta como as páginas que um dia estiveram soltas.

Sage segurou sua mão com firmeza. “Tudo pode ser restaurado,” repetiu, seu sorriso tão suave quanto o virar de uma página. “Só precisa de tempo e paciência.”

E pela primeira vez, Kyler acreditou. Porque nas mãos calmas de Sage, ele havia encontrado não apenas um refúgio entre as páginas, mas um lar. E para Sage, na tempestade contida nos olhos de Kyler, ele encontrou uma história pela qual valia a pena sair da estante.

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