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Sadick fucks a twink – Sadick Coutinho, Twink Wera

A luz baixa do bar revelava as marcas no rosto de Sadick Coutinho, cicatrizes de uma vida dura no porto. Ele observava Twink Wera, uma jovem com cabelos cor de fogo e olhos que refletiam as luzes de neon, cantando no palco com uma voz que era um fio de mel e fumaça.

Twink terminou a música para aplausos tímidos. Seu olhar, porém, pousou em Sadick, sempre sozinho na mesma mesa. Ninguém nunca se aproximava dele.

Naquela noite, ao descer do palco, Twink foi direto à sua mesa. “Você parece carregar o peso do mundo, senhor Coutinho.”

Sadick ergueu o olhar, surpreso. “O mundo é pesado, menina.”

“Minhas músicas podem ajudá-lo a carregá-lo, por um instante”, ela ofereceu, com um sorriso que não era de pena, mas de reconhecimento.

Ele hesitou, então acenou com a cabeça. Na noite seguinte, Sadick estava lá de novo. E na outra. A voz de Twink não curava as cicatrizes, mas acalmava a dor antiga. Ele, por sua vez, tornou-se sua sombra protetora, um farol de silêncio sólido em seu mar de incertezas.

Dois estranhos, um marcado por fora, outro por dentro, encontrando no refúgio fugaz de um bar uma melodia compartilhada contra a solidão.

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