Robert Smola and Radek Pozer fuck raw on the stairs

Robert Smola ajustou os óculos no nariz e franziu a testa para o mapa desbotado. A taverna “O Porco Espinho” estava exatamente onde as instruções indicavam, mas parecia abandonada há décadas.
— Típico — murmurou, guardando o pergaminho.
Foi quando a porta rangeu. Um homem alto, de capuz escuro, surgiu na soleira.
— Robert Smola? — a voz era grave, quase um rosnado. — Radek Pozer manda lembranças.
Antes que Robert pudesse reagir, Radek avançou. Sua adaga brilhou na luz fraca do entardecer. Robert desviou por instinto, tropeçando em uma pedra solta.
— Espere! — gritou, erguendo as mãos. — Eu só vim devolver o livro!
Radek parou, a lâmina a centímetros do pescoço de Robert.
— Que livro?
— O manual de herbologia. Seu avô emprestou ao meu avô. Em 1893.
Silêncio. Então Radek guardou a adaga e soltou uma gargalhada rouca.
— Duzentos anos esperando um maldito livro de plantas?
Robert ergueu a sacola de couro, constrangido.
— Tem dedicatória. “Para meu amigo Pozer, que suas plantas nunca murchem.”
Radek pegou o livro, folheou e sorriu pela primeira vez.
— Vamos entrar. Minha avó faz um hidromel que cura qualquer ressentimento.




