ReyKong era força bruta: músculos, suor, ringues. Cuban DY trazia gingado: sorriso largo, dança nos quadris, alegria que desarma.
Cruzaram-se numa batalha de dança improvisada. ReyKong tentou imitar os passos, parecia um urso tonto. Cuban DY riu, aproximou-se.
“Você luta, eu danço.”
“Ensinar?”, pediu ReyKong, sem vergonha.
Cuban DY pegou sua mão. “Macio, gigante. Macio.”
E ali, entre o peso e a leveza, descobriram que amor não é sobre vencer — é sobre aprender novos ritmos. O lutador caiu de joelhos, não por nocaute, mas por pedido. E Cuban DY, claro, disse sim.

