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RawFuckClub – Sauna Portugal XXX – Raven, Rayco Santana, Ray Crosswell, Pablo y Sebas – RFC

O armazém à beira do rio era seu mundo. Um reino de concreto, ferrugem e possibilidades. Nele, **Raven** era a sombra e o observador. Ninguém sabia seu nome real. Ela ficava no mezanino, rodeada por monitores, hackeando sistemas de segurança com a mesma naturalidade com que respirava. Seus olhos, delineados de preto, capturavam cada detalhe. Ela era o cérebro, a visão de águia.

Lá embaixo, entre as vigas de aço e os contêineres abandonados, a força se materializava em duas formas distintas. **Rayco Santana**, com seus músculos tatuados e jeito descontraído de quem cresceu nas docas, era a ferramenta bruta. Ele resolvia problemas com um sorriso fácil e um soco preciso. Era o braço forte, a presença física que afastava perguntas indesejadas.

Já **Ray Crosswell** era a precisão personificada. Ex-militar, cada movimento seu era calculado, econômico. Enquanto Rayco quebrava cadeados com um pé de cabra, Ray Crosswell usava um kit de lockpicking e abria cofres em silêncio absoluto. Era a técnica, a eficiência gelada que complementava o calor explosivo de Rayco.

E no centro de tudo, o coração e a alma: **Pablo y Sebas**. Eles eram uma única entidade, dois irmãos gêmeos que terminavam as frases um do outro. Pablo, o mais velho por dois minutos, era o estrategista, o planejador. Sebas era o artista, o falsificador genial que criava identidades e documentos com a mão de um ourives. Juntos, eles eram o “porquê” de tudo. Cada golpe que planejavam não era apenas por dinheiro, mas por uma justiça torta, um equilíbrio que apenas eles entendiam.

O alvo era o caminhão blindado da empresa de segurança Kronos. Um carregamento de diamantes de sangue, documentação falsa e dinheiro sujo.

“Os sensores de movimento são de última geração,” sussurrou Raven nos fones de ouvido da equipe, seus dedos voando sobre o teclado. “Mas eles têm um ponto cego. Uma janela de 47 segundos.”
“Tempo mais que suficiente,” disse Ray Crosswell, ajustando as luvas táteis.
“É, se o Santana não fizer barulho demais,” completou Sebas, com um sorriso irônico.
“Eu faço a música, irmão. Você só precisa dançar na batida,” Rayco respondeu, estalando o pescoço.

O plano era uma sinfonia. Raven desativou as câmeras no momento exato. Pablo, de um telhado oposto, guiava o caminho com instruções calmas. Ray Crosswell abriu a porta traseira do caminhão sem fazer um ruído. Dentro, Sebas já havia forjado os códigos de acesso em um tablet.

Mas a Kronos era esperta. Havia um sensor de peso sob o piso que Raven não havia detectado. Um alarme silencioso foi acionado.

“Temos company. Dois carros, a três minutos de distância,” alertou Raven, sua voz permanecendo estranhamente calma.
A tensão no armazém explodiu. O plano perfeito rachou.

“Reboot. Agora!” ordenou Pablo, sua mente recalculando as variáveis.
Rayco não precisou de ordens. Empurrou um contêiner vazio, bloqueando a entrada principal com um rangido de metal. Ray Crosswell, imperturbável, continuou seu trabalho, retirando os estoques de diamantes com movimentos rápidos e fluidos.

“Sebas, o caminho de fuga B. O barco a motor no rio,” disse Pablo.
“Já está pronto. Mas precisamos de um distração para cruzar o píer,” respondeu Sebas, os olhos brilhando.

Foi quando Raven falou, sua voz um corte limpo através do caos. “Deem-me 60 segundos.” Seus dedos dançaram em um último comando. Do lado de fora, os semáforos em um raio de cinco quarteirões piscaram em vermelho simultaneamente, criando um congestionamento instantâneo que engoliu os carros da Kronos.

Foi o tempo que precisavam. Rayco e Ray Crosswell carregaram os saques. Pablo e Sebas lideraram a fuga para o barco, um terminando a contagem regressiva que o outro começou.

Minutos depois, eles estavam no meio do rio, a cidade iluminando o céu atrás deles. O armazém era apenas uma mancha escura. Raven fechou seus laptops. Rayco riu, esfregando um joelho ralado. Ray Crosswell checava o conteúdo dos sacos, metódico. Pablo e Sebas se entreolharam, um sorriso de cumplicidade perfeita estampado em seus rostos.

Eles não eram heróis. Eram peças soltas de um quebra-cabeça que se encaixava apenas no escuro. Raven, a sombra. Rayco, o punho. Ray Crosswell, a lâmina. Pablo y Sebas, o cérebro e o coração. Uma família disfuncional e perfeita, unida pela única lei que importava: a do próprio destino que forjavam, um golpe de cada vez.

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