Power Boss – Riley Gray and Rick Kelson fuck

Riley Gray era vento, inquieto e livre, pintando mundos em telas portáteis. Rick Kelson era âncora, sócio de uma firma familiar, arrumando o mundo em planilhas precisas. Seu único ponto em comum era o banco de praça onde Riley pintava os pardais e Rick almoçava, apressado.
Um dia, uma chuva repentina pegou a ambos desprevenidos. Sob a marquise estreita, o cavalete de Riley ameaçou tombar. Rick, instintivamente, segurou a tela molhada. Seus mundos colidiram ali: os números de suas mãos mancharam-se de azul-cobalto e carmim.
“É um caos lindo”, Rick admitiu, olhando a pintura abstrata.
“E sua gravata está arruinada”, Riley riu, tocando o tecido manchado.
A partir daquele dia, o almoço de Rick se estendeu. Ele começou a ver histórias nos traços soltos de Riley; ela, uma poesia inesperada em sua rotina metódica. A âncora aprendeu a navegar, e o vento descobriu o prazer de ter um porto. No banco da praça, entre pincéis e planilhas, encontraram uma nova cor: o nós.




