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Nik Fros fucks Panterino

No mundo do esporte de elite, Nik Fros era uma lenda viva. O “Rei do Gelo”, bicampeão mundial de salto com esquis, vivia em um universo de precisão matemática, cálculos de vento, musculatura perfeitamente calibrada e uma frieza emocional que rivalizava com as pistas de gelo que dominava. Sua vida fora dos saltos era um silêncio branco: apartamentos minimalistas, relações breves e uma devoção total à única coisa que importava – voar mais longe que qualquer um.

Panterino era seu oposto perfeito. Ex-jogador de hóquei convertido em fisioterapeuta esportivo, ele era um vulcão de energia. Usava camisas havaianas sob o jaleco branco, tinha um riso que ecoava pelos corredores do centro de treinamento e uma coleção absurda de meias coloridas. Enquanto Nik buscava a linha mais aerodinâmica, Panterino tratava o corpo como algo para ser vivido, não apenas otimizado. Seu lema era: “Se não dói um pouco, você não está se divertindo.”

Por anos, seus caminhos se cruzaram profissionalmente. Nik era o atleta imbatível. Panterino, o terapeuta que consertava os estragos da ambição nos outros atletas, mas nunca no Rei. Nik o evitava – o barulho, as piadas, o calor humano excessivo eram variáveis desnecessárias em sua equação perfeita.

Até o dia em que um treino deu errado. Um salto mal calculado, um pouso brutal. A lesão não foi grave, mas foi a primeira falha real do corpo de Nik. A dor era uma estranha humilhante, mas o verdadeiro terror foi a imobilidade. Ser confinado ao solo.

A diretoria o designou para seu melhor fisioterapeuta: Panterino.

“Olá, Majestade Congelada”, disse Panterino no primeiro dia, com um sorriso que não era de pena, mas de pura excitação pelo desafio. “Pronto para descongelar?”

Nik respondeu com um grunhido. Os dias seguintes foram um campo de batalha. Nik exigia protocolos, planos rígidos, resultados previsíveis. Panterino trabalhava com intuição, desafios lúdicos, exercícios que pareciam brincadeiras de criança.

“Pisar em bolas de fisioterapia não está no meu programa de treinamento”, rosnou Nik, após tropeçar pela terceira vez.
“Seu programa falhou, lembra?”, respondeu Panterino, sem perder o sorriso. “Meu programa tem bolas coloridas. E música.”

Era insuportável. Até que, em uma sessão particularmente frustrante, Nik tentou um movimento e uma pontada aguda o fez recuar, seu rosto uma máscara de raiva e, pela primeira vez, de verdadeiro medo. O medo de nunca mais voar.

Panterino parou a música. O sorriso desapareceu. Ele se ajoelhou, olhando Nik nos olhos, sua expressão séria e sem julgamento.
“Ei. Você sabe cair de 90 metros no ar. Isso aqui”, ele tocou suavemente o tornozelo de Nik, “isso aqui é só o chão. O chão a gente supera juntos.”

Algo naquele “juntos” quebrou uma barreira dentro de Nik. Talvez fosse a falta de bajulação, a falta de medo. Era uma parceria sendo oferecida. Ele acenou com a cabeça, uma única vez.

A partir dali, a dinâmica mudou. Nik começou a seguir os métodos excêntricos de Panterino, e para sua surpresa, eles funcionavam. E entre alongamentos e exercícios, eles conversavam. Panterino falava de sua carreira no hóquei terminada por uma lesão muito pior, da paixão por ajudar outros atletas a voltarem. Nik, aos poucos, falava da solidão no topo, do peso de ser perfeito.

Nik descobriu que por trás do caos de Panterino havia uma inteligência afiada e uma empatia profunda. Panterino descobriu que por trás do gelo de Nik havia uma determinação tão pura que era quase poética.

O amor surgiu em um dia de nevasca, durante uma sessão noturna. O centro estava vazio, apenas eles dois. Panterino estava demonstrando um exercício de equilíbrio, dançando ridiculamente sobre uma prancha instável para fazer Nik rir. E Nik riu. Foi um som rouco, desusado, mas genuíno. A visão de Panterino, concentrado e desengonçado, sob a luz suave do consultório, fez algo em seu peito se desprender e voar mais alto que qualquer salto.

Panterino parou, olhando para ele. O riso de Nik era uma vitória rara.
“Gostei desse som”, disse Panterino, sua voz mais suave. “Deve ser o som do gelo rachando.”

Eles ficaram parados, se encarando. O ar entre eles já não era mais de profissionalismo, mas carregado de algo quente e perigoso. Nik deu um passo, depois outro. A dor no tornozelo já era uma memória distante. Parou a centímetros de Panterino.

“Seu método é ilógico”, sussurrou Nik.
“Seu mundo é frio demais”, sussurrou Panterino de volta.

E então, Nik Fros, o homem que calculava cada movimento, fez o único cálculo que importava naquele momento: a distância entre seus lábios e os de Panterino. E a eliminou.

O beijo foi uma colisão de mundos: o gosto de café amargo de Nik e o de bala de hortelã de Panterino; a precisão e o caos; o silêncio e a música. Era quente, era desengonçado, era perfeito.

Quando se separaram, Panterino estava sem ar, mas seu sorriso era o mais verdadeiro que Nik já vira.
“Então…”, ofegou Panterino. “Isso entra no protocolo de recuperação?”

Nik, com um canto da boca curvado para cima em um quase-sorriso, tocou o rosto de Panterino, sua mão firme de atleta agora tremendo levemente.
“É o protocolo agora”, disse ele. “O único que importa.”

E naquele consultório silencioso, com a neve caindo do lado de fora, o Rei do Gelo descobriu que a maior vitória não era sobre a gravidade, mas sobre o próprio isolamento. E Panterino, o coração de veludo, encontrou alguém cuja fortaleza fria era exatamente o que precisava para guardar todo o calor que ele tinha para dar. Juntos, formaram uma nova equação: não mais sobre voo solitário, mas sobre aterrissagem segura. Sempre.

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