Mike Gaite and Lucas Leon fuck

O telhado do arranha-céu esquecido era uma catedral de vento e néon distante. Lucas Leon ajustou o fio óptico preso à cintura, seus dedos ágeis ignorando o vazio de oitenta andares abaixo. Sua marca, o servidor blindado da Genodyne, piscava do outro lado do abismo.
“Está limpo, Mike?”, sussurrou no com, a voz quase perdida no ruído.
Na van escura três ruas abaixo, Mike Gaite monitorava doze telas. “Polícia de dados varrendo o quadrante norte em quarenta segundos. Você tem trinta. E, Leon… os arquivos de contabilidade primeiro.”
Lucas sorriu. Mike sempre pensava no pagamento. Mas ele buscava algo mais: a lista de fornecedores sombrios da Genodyne. A prova.
Soltou o gancho. O cabo zuniu, levando-o através da noite em um voo silencioso. Aterrissou na varanda técnica, seus imãs de luva grudando no metal. Em segundos, a fechadura eletrônica foi história.
Dentro, fileiras de servidores zumbiam. Inseriu o drive, os bytes fluindo. Dezessete segundos.
“Gaite, encontrei algo… não é só contabilidade. São nomes. Políticos. Juízes.”
O silêncio no com foi mais frio que o vento. “Lucas, saia agora.”
Mas era tarde. As luzes de emergência acenderam-se em vermelho. Alguém tinha alterado o protocolo de segurança remotamente. Mike olhou para as telas, seu rosto pálido refletido no monitor. A Genodyne não estava sendo roubada; estava pescando.
E Lucas, dentro da gaiola, apertou o drive contra o peito. Mike Gaite desligou o canal, os punhos cerrados. A traição sempre foi um serviço cobrado à parte.




