Max Konnor fucks Seth Cain

O estúdio fotográfico estava deserto, mas Max Konnor e Seth Cain não estavam ali para poses. Seth, um moreno rabudo de olhos castanhos, já havia trancado a porta quando Max se aproximou, o tesão estampado em cada movimento.
“Sabia que você viria”, murmurou Seth, puxando Max para perto. O sexo gay amador deles sempre começava assim: urgente, bruto, uma putaria sem compromisso.
Max, dotado e confiante, deslizou as mãos pelo corpo de Seth, sentindo cada curva. Libertou o pênis do parceiro, uma pica grossa que pulsava em sua mão. “Sua rola é perfeita”, sussurrou antes de ajoelhar. A boca quente encontrou o pau de Seth, e o sexo começou com gemidos que ecoavam no estúdio vazio.
A transa mudou quando Seth virou Max contra o fundo branco. A pica de Max encontrou o caminho, e a foda foi intensa, uma dança de corpos suados e respiração ofegante. Seth pedia mais, e Max entregava tudo, cada estocada uma promessa de prazer infinito.
O sexo gay deles não era sobre amor, mas sobre pura necessidade. Quando ambos explodiram em prazer, as luzes do estúdio pareciam tremer.
Seth caiu ofegante, sorrindo. “Você é um monstro, Max.”
Max riu, beijando sua nuca. “Até a próxima transa, Seth Cain.”



