Maiker Mata and Vitomegusta fuck in the locker room

Era uma história escrita em receitas e risadas perdidas nas prateleiras de um mercado.
Maiker Mata era um chef de cozinha frustrado. Não por falta de talento — suas mãos transformavam ingredientes simples em pequenas obras de arte —, mas por uma timidez paralisante. Seu restaurante, “O Cantinho do Maiker”, vivia vazio, escondido em uma rua sem saída. Ele cozinhava para as paredes, apresentando cada prato perfeito e solitário a um público de panelas reluzentes.
Vitomegusta era o oposto absoluto. Seu nome, uma brincadeira de infância que grudou, era sua filosofia de vida. Ela era a crítica gastronômica mais temida (e seguida) da cidade. Seu blog e canal, “Vitó Me Gusta”, eram famosos por sua sinceridade brutal e seu paladar impecável. Um prato mal executado era desmontado com uma precisão cirúrgica e um sorriso afiado. Ela adorava comida, mas desconfiava de restaurantes que tentavam vender experiência em vez de sabor.
Um dia, perdida em um atalho depois de uma crítica particularmente feroz a um restaurante três estrelas, Vitomegusta sentiu um aroma que a fez parar o carro. Não era um cheiro complexo ou sofisticado. Era o cheiro profundo, reconfortante e perfeito de um molho de tomate caseiro, daqueles que fervem por horas. Ele a levou até uma porta discreta e uma janela iluminada, onde via um homem concentrado, de costas largas e movimentos precisos, salteando algo em uma frigideira.




