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Liam Harding, Pablo y Sebas – Hot daddy fucks couple at a cruising spot

O som do Harbor Lights, o bar de jazz da zona portuária, não vinha apenas do palco. Vinha das paredes de tijolo aparente que guardavam ecos de décadas, do tilintar dos copos, do sussurro das conversas. E, todas as quintas-feiras, vinha com uma assinatura única: o contrabaixo profundo e pulsante de Liam Harding.

Liam era a espinha dorsal, a âncora. Enquanto os saxofonistas voavam em solos alucinantes, ele era a terra firme, os olhos fechados, os dedos marcando o walking bass com uma precisão hipnótica. Sua vida era metrônomo: ensaios, sessões, o apartamento minimalista com vista para os guindastes. Era solitário, mas era um solitário cheio de harmonia.

Tudo mudou na noite em que Pablo y Sebas entraram.

Não eram dois homens. Era uma unidade criativa explosiva com dois corpos. Pablo, percusionista, era fogo. Trabalhava com tudo: congas, berimbau, caixas de fósforo, o próprio corpo. Seu riso era alto e seu ritmo, uma correnteza. Sebas, ao violão e voz, era a melodia que doma o fogo. Tinha um timbre aveludado que carregava uma dor doce, e compunha letras sobre ruas molhadas e amores que doíam como um acorde menor prolongado.

Eles não pediram para tocar. Simplesmente, em um intervalo, Sebas sentou-se no banco do piano e começou a dedilhar uma introdução melancholic. Pablo, como um animal farejando a batida certa, juntou-se com uma levada de palmas e um shaker. A música que saiu não era jazz, nem bossa, nem folclore. Era a trilha sonora de uma cidade que eles carregavam na alma.

Liam, da mesa do fundo onde tomava seu whisky pós-show, sentiu o chão do bar mudar. O ritmo de Pablo era caótico, mas orgânico. A melodia de Sebas era simples, mas perfurava camadas. Era desordenado, mas era vivo. E, de repente, seu contrabaixo, sempre a âncora, sentiu um desejo profundo de não apenas sustentar, mas de conversar.

Sem pensar, ele se aproximou, pegou seu instrumento e, com um acorde grave e afirmativo, entrou na música. Foi como uma fechadura encontrando suas duas chaves. O baixo deu profundidade ao voo do violão e estrutura ao fogo da percussão. A música cresceu, respirou, tornou-se uma terceira entidade. Quando a última nota morreu, o bar, que nem notara o início, explodiu em aplausos.

Nos drinks que se seguiram, a história veio à tona. Pablo y Sebas eram nômades. Trabalhavam em bares, praças, festivais. Sua casa era a estrada, sua lei era a próxima música. Liam, o homem das raízes e rotinas, foi cativado pela liberdade deles. E eles, por sua vez, foram cativados pela solidez tranquila de Liam, pela maneira como sua música era uma casa segura para suas aventuras sonoras.

Começou uma colaboração. Quintas-feiras no Harbor Lights tornaram-se noites lendárias. Liam ancorava, Pablo incendiaba, Sebas navegava. Fora do palco, um vínculo diferente se formou. Liam, acostumado à sua própria companhia, descobria a alegria barulhenta de Pablo e a introspecção poética de Sebas. Ele cozinhava para eles em seu apartamento limpo, e eles enchiam o espaço com histórias de viagem e música até de madrugada.

O amor não foi um raio, foi uma canção de três partes que se aprendeu com o tempo. Era Liam lembrar que Sebas tomava café sem açúcar e que Pablo era alérgico a mariscos. Era Sebas escrever uma letra sobre “o porto seguro que eu nem sabia que procurava”. Era Pablo, o mais físico e expressivo, envolver a ambos num abraço coletivo após um show triunfante, seu suor misturando-se, seu coração batendo no mesmo ritmo exausto e feliz.

Uma noite, após um show particularmente mágico, os três ficaram no palco vazio, arrumando os equipamentos sob a luz azulada. Pablo estava contando uma história engraçada, Sebas sorria, encostado no piano, e Liam enrolava os cabos do baixo.

De repente, Pablo fez uma pausa. O silêncio foi preenchido apenas pelo zumbido do ar-condicionado. Ele olhou para Sebas, depois para Liam.

“Sabem,” disse Pablo, sua voz um pouco mais suave que o normal. “Eu sempre pensei que nossa música era sobre partir. Mas agora…” Ele gesticulou entre os três. “Parece mais sobre chegar.”

Sebas concordou com a cabeça, seus olhos encontrando os de Liam. “A música não é mais ‘Pablo y Sebas’ com Liam Harding acompanhando,” disse Sebas. “É outra coisa. Um nome só.”

Liam terminou de enrolar o cabo, seus dedos largos fazendo o movimento com cuidado. Ele olhou para os dois, seus pilares, seu caos, sua nova e perfeita harmonia.

“Então vamos inventar um,” disse Liam, com um sorriso tranquilo. “Algo que tenha a ver com porto, luzes e casa.”

E naquele bar vazio, rodeado pela memória das notas que haviam criado juntos, eles souberam que o amor, como a melhor música, nunca é um solo. É uma composição para várias vozes, onde o baixo encontra seu ritmo, o fogo encontra sua melodia, e o lar deixa de ser um lugar para se tornar o som de três corações batendo no mesmo compasso.

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