Josh Top fucks Bruno Cano

Na imensidão árida de Marte, a Base Alfa estava em silêncio. O comandante Josh Top, meticuloso e lógico, revisava os sistemas de suporte de vida pela centésima vez. Do outro lado do módulo habitacional, Bruno Cano, o geólogo, espalhava amostras de rocha vermelha sobre a única mesa comunal, seus olhos brilhando com uma descoberta.
“Josh, olhe esta textura! Esta formação não é natural. Há um padrão aqui,” Bruno insistia, apontando para linhas quase imperceptíveis no basalto.
Josh suspirou, ajustando seu uniforme impecável. “São cristalizações vulcânicas, Bruno. Padrões de resfriamento. Nada mais.” Sua missão era manter a ordem, não alimentar fantasias.
Mas Bruno não desistia. Numa saída extraveicular não autorizada, trouxe um fragmento menor. Sob a luz ultravioleta do laboratório, veias azul-elétrico pulsaram no interior da rocha, reagindo à sua presença. Não era geologia. Era biologia.
Josh, confrontado com a evidência luminosa, sentiu o chão da sua lógica rachar. A descoberta de Bruno não era uma insubordinação; era uma revolução. O maior achado da humanidade estava ali, sobre a mesa desarrumada, e dois homens muito diferentes teriam que confiar um no outro para levá-lo de volta para casa.




