Jordan Hung fucks Amir Pounding
Na pista de basquete do Queens, a lenda era **Amir “Pounding”**, com seu drible de explosão sônica e enterradas que ecoavam nos blocos. Ele não jogava; dominava.
**Jordan Hung** era a antítese: silencioso, metódico, filho de imigrantes, com um arremesso de três pontos de uma beleza matemática que ninguém naquela quadra valorizava. “Arremessos são doces, garoto, mas aqui é no duro”, dizia Amir, sorrindo.
O desafio foi inevitável: um contra um, até 21 pontos.
Amir atropelou. Seus músculos eram tratores, seu drible um furacão. 10 a 0 rapidamente.
Jordan não desistiu. Corria, suava, se esforçava. Aos 15 a 4, Amir, confiante, tentou um enterrado de show. Jordan, num último esforço, tocou a bola por baixo. Ela escapou.
Foi o que bastou. Amir caiu de mau jeito. Agachado, segurando o tornozelo, a dor era clara no rosto.
Silêncio na quadra. Todos esperavam Jordan comemorar a virada.
Em vez disso, ele estendeu a mão. “Jogo só vale quando os dois estão de pé, Pounding.”
Amir olhou para a mão, depois para o rosto sério do adversário. Um sorriso lento rompeu sua expressão de dor. Agarrou a mão e se levantou, apoiando-se no ombro de Jordan.
“Não acabou ainda, arremessador”, disse Amir. “Só está empatado.”
E pela primeira vez, a quadra viu dois reis, um no drible, outro no arremesso, mas ambos no mesmo jogo.




