Jordan and Troy fuck Nash on a hunting trip – JordanxBrandt – TroyxBrandt – BrandtAndNash – brandtsboys

Na cidade universitária de Cedar Ridge, onde os outonos são pintados com o vermelho fogo dos bordos e o inverno sussurra promessas de neve, dois jovens viviam em realidades paralelas, separadas pelos corredores da mesma escola e por universos de diferença.
Jordan era uma sinfonia em movimento. Cabelos cacheados balançando no ritmo de um metrônomo interno, fones de ouvido perpetuamente grudados, dedos tamborilando melodias em mesas e coxas. Seu mundo era feito de pautas, arpejos e da busca obsessiva pela harmonia perfeita. Ele estava sempre um passo à frente, ouvindo a música que ninguém mais ouvia, anotando composições em cadernos espiralados que transbordavam de anotações. Para Jordan, a vida era uma série de notas a serem organizadas – belas, mas previsíveis.
Troy, por outro lado, era puro staccato. Alto, com ombros largos que preenchiam o vão das portas, ele era o capitão do time de basquete, um furacão de energia cinética. Sua linguagem era o som da bola quicando no asfalto, o grito abafado da rede, o rugido da torcida. Troy existia no agora, no impulso, no salto em direção à cesta com a certeza cega da gravidade. Seu futuro era um borrão brilhante de possibilidades atléticas. Para ele, a vida era um jogo a ser vencido – intenso, mas momentâneo.
Seus caminhos se cruzavam apenas de forma oblíqua: Jordan compunha a trilha sonora animada para os jogos de basquete, sentado sozinho no balcão do ginásio com seu teclado portátil. Troy passava por ele com sua comitiva, um estrondo de risadas e passos pesados, sem nunca realmente ver o compositor silencioso.
O ponto de ruptura veio em uma sexta-feira cinzenta. Troy, em um treino intensivo, tentou um enterrado que deu horrivelmente errado. Aterrissou mal, e o som de um estalo seco ecoou pelo ginásio vazio. Não foi o osso, mas algo pior: o ligamento cruzado anterior. A dor foi uma nota aguda e sustentada que apagou todos os outros sons de sua vida. O borrão brilhante do futuro desvaneceu-se instantaneamente, substituído pela perspectiva silenciosa e imóvel de uma recuperação de meses, e talvez do fim de tudo.
Enquanto isso, Jordan enfrentava seu próprio silêncio criativo. Uma peça para a competição estadual de composição o atormentava. Era técnica, era perfeita, mas não tinha alma. Não tinha o choque do inesperado, a beleza da recuperação após uma queda.
Jordan foi designado para um projeto de “tutoria entre pares”. Seu aluno? Troy, agora preso a muletas e a um enorme imobilizador no joelho, precisando de ajuda para acompanhar as aulas que havia negligenciado.




