Jimmy Colt and Tripp Maverick fuck – Nailing A Cock Hungry Teen

O salão “Oásis Dourado” ficava em uma curva esquecida da Rota 66, uma relíquia de neon e madeira desgastada que parecia pulsar com o eco de todas as baladas dos anos 50. Naquela noite, porém, o som que saía de dentro era apenas o sussurro do vento do deserto pelas frestas e o rangido de uma placa de metal solta. Era a noite do leilão. Tudo seria vendido: os banquinhos de couro, o balcão de jacarandá, até o letreiro luminoso com a garçonete dançante.
Jimmy Colt estava lá, passando os dedos sobre as teclas do piano de cauda Steinway que ficava no canto do palco. Ele usava um terno marrom que já foi elegante, agora puído nos cotovelos. Jimmy era o último pianista da casa. Tocara ali por quarenta anos, desde os dias em que seu jazz suave competia com o barulho de risadas e copos. Agora, seu público eram fantasmas e poeira.
A porta do salão se abriu com um gemido longo, interrompendo o silêncio. Um homem entrou, a silhueta recortada pela luz forte do deserto. Vestia uma jaqueta de couro envelhecido e carregava um estojo de guitarra nas costas. Era Tripp Maverick. Tinha o rosto marcado por estradas e noites em claro, mas os olhos ainda ardiam com um brilho inquieto.
“Procuro o dono”, disse Tripp, a voz áspera como areia.
“O dono é o banco”, respondeu Jimmy, sem levantar os olhos do teclado. “E o leilão só começa amanhã. Hoje, a casa está fechada.”
Tripp ignorou a informação. Caminhou até o centro do salão vazio, olhando para o palco, para os lustres de cristal baço, para os restos de glória. “Este lugar… meu avô tocava saxofone aqui. Disse que foi o melhor som de sua vida.”
Jimmy finalmente olhou para o estranho. Um fio de reconhecimento, de irmandade, passou entre eles. Eram de tribos diferentes – um, o músico fixo, a raiz; o outro, o andarilho, o vento – mas falavam a mesma língua silenciosa.
“É uma pena”, murmurou Jimmy. “Amanhã, vão vender a alma do lugar. Embrulhada e com etiqueta de preço.”
Tripp baixou cuidadosamente o estojo da guitarra, abriu-o e tirou um velho modelo Gibson, tão marcada por viagens quanto seu dono. “Então a alma ainda tem uma noite. E um salão vazio é o pior público do mundo.”
Sem esperar por permissão, Tripp subiu ao palco e ligou seu amplificador portátil. Um ronco baixo preencheu o salão. Ele afinou rapidamente as cordas, seus dedos encontrando velhos amigos. Então, olhou para Jimmy.




