Jean-Daniel Chagall takes Joel Birkin’s massive cock

Jean-Daniel Chagall, com suas mãos sempre manchadas de tinta a óleo, considerava o mundo um trabalho em progresso. Até ver Joel Birkin’s pela primeira vez, limpando meticulosamente as molduras barrocas na galeria onde Jean expunha. Enquanto Jean criava caos colorido, Joel impunha uma ordem serena e dourada.
“Você está borrando minha linha”, brincou Joel, um dia, enquanto Jean observava, hipnotizado, o movimento preciso de seus dedos sobre a madeira.
“Talvez suas linhas precisem de um pouco de cor”, Jean retrucou, oferecendo um pincel manchado de vermelho.
Joel hesitou, então aceitou. Em vez de restaurar, pintou uma pequena flor dourada no avental sujo de Jean. “Um acréscimo”, disse, um sorriso contido nos lábios.
Jean, tocado, respondeu pintando uma única pincelada azul, suave como o céu, na nuca de Joel, onde a pele encontrava o cabelo cuidadosamente penteado. “Uma assinatura”, sussurrou.
Naquele silêncio carregado de terebintina e verniz, entre a desordem criativa e a perfeição restaurada, nasceu um entendimento. Dois mundos opostos, como tinta e folha de ouro, fundiram-se. Joel não limpou a marca azul. E Jean, pela primeira vez, viu beleza não apenas no caos, mas na ordem que podia abraçá-lo.




