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Inspeção no Local de Trabalho – Capítulo 7 – Christopher White e Derek Kage

O lago da cidade era uma lâmina de gelo sob a lua cheia. Onde os outros viam um espelho prateado, **Christopher White** via uma falha. Um físico obcecado por perfeição, ele calculava cada micro-fissura, cada vibração, prestando um serviço público frio: declarar o gelo inseguro.

**Derek Kage** era seu oposto. Onde White via risco, Kage via convite. Um patinador errante, seus movimentos eram pura poesia sobre lâminas, histórias gravadas em círculos concêntricos no gelo. Ele escutava a canção do lago, uma música que White insistia em silenciar.

Naquela noite, White ergueu sua placa de “PROIBIDO”. Kage, sorrindo, deslizou para o centro do lago. “Só um minuto”, desafiou.

Antes que White protestasse, o gelo gemeu. Uma rachadura serpenteou sob os pés de Kage. Em vez de pânico, uma dança começou. Kage flutuou sobre a linha em expansão, sua lâmina traçando arabescos que pareciam reforçar, não quebrar, a superfície. White ficou paralisado, não pelo medo, mas pela compreensão. O patinador não desafiara a física. Ele a complementara.

Quando Kage parou, ofegante, a rachadura tinha formado um padrão perfeito: um cristal de neve gigante, uma estrutura de incrível força. White baixou a placa. Sem uma palavra, tirou os sapatos e, com cuidado científico, deslizou para se juntar a Kage. Juntos, no gelo agora seguro, encontraram uma nova lei: a beleza, em sua forma mais pura, também é um cálculo exato.

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