AmadorBarebackBoqueteTrisalVídeos Gays

Hot Threesome – Pietro Luide, Pedro Flows, Rei Leonardi fuck

O estúdio **”Fluxo”** não tinha placas. Era conhecido apenas pelo barulho que vazava pelas janelas blindadas de um galpão na zona industrial. Dentro, o ar era uma mistura de tinta spray, suor e batida pesada. Era o reino do **Pedro Flows**, grafiteiro e muralista cujo traço, fluido e explosivo, cobria os muros da cidade. Ele era a voz das ruas em cores impossíveis, e sua fama era local, mas intensa. No “Fluxo”, ele era o coração, o caos criativo que dava o ritmo.

Mas todo coração precisa de um esqueleto. E esse era **Pietro Luide**, o designer gráfico. Enquanto Pedro respingava emoção nas paredes, Pietro estruturava mundos nos pixels. Ele transformava os rabiscos frenéticos de Pedro em logotipos afiados, animações limpas e identidades visuais para marcas de skatewear e festivais underground. Pietro era o filtro, a mente estratégica que canalizava o furacão Flows para algo viável, comercial, forte. Sua vida era de linhas-guia, paletas restritas e prazos. Juntos, eles eram uma parceria lendária: o selvagem e o domador, o fogo e o molde.

Eles não eram um casal romântico. Eram irmãos de criação, amigos de infância cujos mundos haviam se fundido em negócios e respeito. Até o dia em que **Rei Leonardi** entrou no estúdio.

Rei não era cliente. Era um produtor musical, um *beatmaker* famoso por suas batidas atmosféricas que pareciam pintar paisagens sonoras. Ele vinha encomendar a arte do seu próximo álbum, mas o que ele encontrou foi um choque de universos que o paralisou.

Pedro, com as mãos manchadas de azul, gesticulava e explicava uma ideia com uma energia quase violenta. Pietro, de óculos, traduzia aquela tempestade em termos técnicos para o tablet, seu dedo desenhando formas precisas no ar. O contraste era magnético. A paixão crua de Pedro e o controle sereno de Pietro criavam uma tensão criativa que era palpável, quase musical.

Rei Leonardi, acostumado a compor sozinho em seu estúdio escuro, sentiu algo raro: uma profunda vontade de fazer parte daquela dupla. Não apenas como cliente, mas como elemento.

“Eu quero algo que não seja apenas a capa,” disse Rei, sua voz suave cortando a discussão. “Quero que a arte *aconteça* ao som da música. Uma performance.”

A ideia foi um terremoto. Pedro imediatamente viu muros, projeções, uma tela gigante. Pietro viu cronogramas, sincronização, tecnologia de mapeamento. E Rei viu a trilha sonora perfeita para aquela dança entre o caos e a ordem.

Os preparativos para o show, uma instalação audiovisual em um armazém abandonado, foram intensos. Dias e noites no “Fluxo”. Rei trazia os *beats*, Pedro respondia com pinceladas, Pietro costurava tudo digitalmente. Na proximidade forçada, algo mudou. Pietro começou a notar não apenas a batida, mas o modo como Rei mordia o lábio ao concentrar-se. Pedro começou a ver a vulnerabilidade por trás da pose cool de Rei, a insegurança de mostrar uma música nova. E Rei… Rei ficou dividido. Seu olhar pousava na intensidade animal de Pedro e, no segundo seguinte, na inteligência quieta de Pietro.

O amor não nasceu de um só olhar, mas de três. Foi Pietro fazendo um café exatamente do jeito que Rei gostava, sem precisar perguntar. Foi Pedro desenhando, num canto do storyboard, um pequeno leão (um *Rei* leão) protegendo um bloco de pixels e uma lata de spray. Foi Rei compondo uma melodia suave, uma “trilha para o estúdio”, que tocava no fundo enquanto Pietro trabalhava e Pedro cochilava no sofá, exausto.

A noite da instalação foi mágica. A arte de Pedro ganhava vida e se transformava ao som dos *beats* de Rei, tudo orquestrado pela tecnologia invisível de Pietro. A multidão vibrava. No auge, os três se encontraram atrás dos controladores, suados, iluminados pelas próprias criações. Num momento de pura euforia, Pedro puxou os dois num abraço coletivo e apertado. E naquele amontoado de corpos, algo se encaixou. O beijo não veio naquela noite. Veio depois, no silêncio pós-show, no estúdio bagunçado.

Foi um beijo de três vias? Não exatamente. Foi Pedro beijando Pietro, com a ternura surpreendente que só ele tinha reservada para o amigo de sempre. Foi Pietro, depois de uma piscadela de entendimento para Pedro, virar-se e beijar Rei, com toda a precisão e paixão contida que ele dominava. E foi Rei, o elemento novo, o catalisador, beijando os dois, em momentos diferentes, mas com a mesma certeza de que aquela era a harmonia que suas batidas sempre procuraram.

Agora, o estúdio “Fluxo” tem uma nova placa, desenhada por Pedro e digitizada por Pietro: **”Fluxo & Frequência”**. Rei Leonardi tem um cantinho com seu equipamento de som. Suas criações não são mais só visuais ou só sonoras; são experiências completas. E o amor entre eles não é um triângulo, mas um circuito. Pedro é a centelha inicial, a cor que atrai. Pietro é o condutor, que direciona a energia e dá forma. Rei é o ressonador, que amplifica e dá profundidade emocional a tudo.

Eles são uma tríade criativa e romântica, uma prova de que o amor, às vezes, não se contenta em ser uma dupla. Às vezes, precisa de um baixo, uma melodia e uma batida para se tornar uma obra-prima.

Vídeos relecionados

Botão Voltar ao topo

SEXO GOSTOSO ENTRE BRASILEIROS 🔥

X