Beau Nik nunca acreditou em amor à primeira vista, até conhecer Angelo numa pequena livraria. Suas mãos tocaram o mesmo livro de poesias, e o universo pareceu suspirar.
Angelo sorriu, tímido. “Parece que o destino escolheu o mesmo verso para nós.”
Trocaram números entre páginas e cafés. Com o tempo, descobriram que o amor mora nos pequenos detalhes: num olhar demorado, num aperto de mão que dura mais que o necessário.
Hoje, Beau Nik escreve poemas apenas para Angelo, que guarda cada palavra como a mais rara estrela.

