Holden Hunt era fogo que consome: paixão violenta, dedos que apertam. Andy Davis vinha como brisa: suavidade que desarma, olhos de perdão. Cuban DY dançava entre os dois, gingado.
Numa noite de tempestade, Cuban chegou molhado e trêmulo. Holden quis aquecer com beijos duros. Andy ofereceu um cobertor e chá.
“Com qual fico?”, perguntou Cuban, cansado.
“Com os dois”, respondeu Andy.
Holden franziu a testa, depois cedeu. Não abraçaram juntos no sofá? aprenderam que amor não é escolha entre furacão e calmaria — é saber que o coração, às vezes, cabe mais de um clima.

