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Hard Sex with Zeus Vargas – John Brachalli, Zeus Vargas – RFC

O ar no Salão dos Campeões era pesado com o cheiro de cera de chão, suor e tradição. John Brachalli, com seus trinta e cinco anos pesando nos ombros como um manto de chumbo, apertou as ataduras de suas mãos. Do outro lado do quadrilátero, um jovem leão chamado Zeus Vargas saltava no lugar, seus músculos delineados sob a pele, um sorriso afiado estampado no rosto.

A imprensa o chamava de “O Trovão Olímpico”. Zeus tinha vinte e dois anos, um soco que partia costelas e a invencibilidade dos que nunca foram realmente atingidos. Brachalli era simplesmente “O Artesão”. Um nome que soava velho e lento. Mas no mundo das lutas, os nomes eram profecias.

O gongo soou.

Zeus veio como uma tempestade, exatamente como previsto. Socos rápidos como relâmpagos, movimentos amplos e agressivos. Brachalli não tentou enfrentar o furacão; ele o deixou passar. Ele se movia com a economia de quem conhecia cada centímetro do canvas, cada fio das cordas. Ele absorvia, desviava, rolava. Os golpes de Zeus sibilavam perto de seu queixo, cortavam o ar ao lado de sua têmpora, mas não encontravam o alvo principal.

“Para de correr, velho!” Zeus rosnou, a frustração começando a furar sua fachada de confiança.

Brachalli não respondeu. Seus olhos, profundos e calmos, estudavam o ritmo do jovem. Ele via o padrão: três jabs, um cruzado de direita. Uma explosão, depois uma pausa para recuperar o fôlego. Zeus lutava com o físico. Brachalli lutava com o relógio.

No segundo round, a estratégia começou a mostrar suas garras. Brachalli parou de recuar. Ele começou a se enfiar debaixo dos golpes, chegando perto, o território dele. Lá, ele aplicava seu trabalho de corpo: ganchos curtos e sérios no abdómen, uppercuts que estalavam a cabeça de Zeus para trás. Eles não tinham a velocidade espetacular dos socos do jovem, mas tinham um peso, uma intenção sombria. Eram golpes que acumulavam juros.

No quarto round, o sorriso de Zeus havia desaparecido. A respiração ofegante substituía o grunhido confiante. Seus passos, antes saltitantes, agora arrastavam-se. Ele ainda era perigoso, um ferimento selvagem e forte, mas o Trovão já não trovejava com a mesma fúria.

Foi então que Brachalli fez sua jogada. Ele levou um cruzado de direita no alto da cabeça, um golpe que teria nocauteado um homem mais novo. Ele cambaleou, e os olhos de Zeus brilharam com um último lampejo de esperança. O jovem leão investiu, ansioso para o final.

E caiu direto na armadilha.

Brachalli, fingindo-se mais atingido do que estava, deixou Zeus entrar. Quando o jovem se expôs para um gancho, o espaço de um segundo, o Artesão entregou sua obra-prima. Não foi um soco de raiva ou de força bruta. Foi um cruzado de esquerda perfeito, lançado com a precisão de um relojoeiro, carregado com o peso de quinze anos de ringues. O punço encontrou o ponto exato na linha da mandíbula de Zeus.

O som foi seco e final.

Zeus Vargas caiu como um saco de pedras. A multidão, que antes vibrava com sua energia juvenil, emudeceu.

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