Griffin Barrows, Billy Essex and Gabriel Cross – group sucking and jerking
O velho armazém à beira do rio cheirava a mofo, água parada e fracasso. Griffin Barrows, com seu sobretudo puído e a respiração formando nuvens no ar frio, passou a fita amarela de isolamento na porta arrombada. Dois corpos no assoalho, em meio a caixas vazias e garrafas quebradas. Um trabalho sujo, mas rotineiro.
“O que temos, Barrows?” a voz de Billy Essex ecoou no espaço vazio, chegando depois dele próprio. Essex vestia um terno caro, impecável, que parecia ridiculamente fora de lugar naquele cenário de decadência. Ele era do Departamento de Polícia, mas seu cheiro era de gabinete com ar condicionado e ambição.
“Duplas, Billy. Dois traficantes de pequeno porte. Execução limpa. Dois tiros cada, na nuca. Profissional,” Griffin respondeu, sem levantar os olhos do cadáver mais próximo. Ele era a experiência crua, os anos nas ruas gravados no rosto e no olhar cansado.
“Profissional demais para um assalto a um depósito de bugigangas,” Essex retrucou, fazendo uma careta ao pisar em uma poça duvidosa. “Isto foi uma mensagem. Alguém está limpando a escória da sua área, Barrows. E isso é um problema para a minha estatística.”
Foi então que uma sombra se separou das mais profundas, no canto do armazém. Gabriel Cross. Ele não fazia barulho ao se mover. Seu casaco escuro era mais velho que o de Griffin, mas limpo, e seus olhos viam tudo, sem julgamento, apenas registrando.
“Estatísticas não sangram, Inspector Essex,” disse Cross, sua voz serena como a água escura do rio lá fora. “Mas pessoas sim. E estas duas… eram mais do que apenas ‘escória’.”




