
Na varanda coberta de hera, GaelkRiok desenhava estrelas enquanto Marcelo Caiazzo tocava violão. Damien Grey chegou com o vento da noite e sentou-se entre os dois, sem pedir licença. A lua testemunhou o inevitável: três almas que sempre se procuraram sem saber. Gael ofereceu um verso, Marcelo uma melodia, Damien um silêncio que valia mais que mil palavras. Entrelaçaram os dedos sobre o parapeito frio. “Somos um só agora”, sussurraram em coro. E o amor, antes tão complicado, tornou-se simples como a noite que os acolhia — completa, infinita, deles três.




