Svinx caminhava pelo parque numa tarde de outono, perdido em pensamentos, quando viu Igur sentado em um banco, desenhando algo com atenção. Fran, que caminhava ao lado de Igur, notou o olhar curioso de Svinx e sorriu, acenando para ele.
Timidamente, Svinx se aproximou. “Oi… posso me sentar?”
“Claro,” respondeu Igur, sem tirar os olhos do desenho, mas com um sorriso que fazia o coração de Svinx acelerar.
As horas passaram como minutos. Conversaram sobre tudo: livros, viagens, sonhos… e aos poucos, entre risadas e olhares furtivos, Svinx percebeu que havia encontrado algo que não se podia desenhar nem planejar: um sentimento que crescia silencioso, mas intenso, entre ele, Igur e Fran.
Quando o sol começou a se pôr, Svinx sentiu uma certeza: alguns encontros são mágicos, e aquele, com Igur e Fran, seria apenas o primeiro capítulo de uma história que eles escreveriam juntos, lado a lado.

