Fitness Papi fucks Poyato
Leo, conhecido como **Fitness Papi**, era um furacão de motivação e proteína em pó. Seu estúdio era um templo de aço, suor e batidas altas, onde transformava corpos através de disciplina férrea.
Já **Poyato** era uma força da natureza oposta. Professor de dança livre, seu estúdio era um caos criativo de música mundial, tecidos coloridos e movimento puro, sem repetições ou contagens. “Sinta, não force”, era seu mantra.
Eles dividiam uma parede fina. Para Leo, o som de tambores e risadas de Poyato era uma distração irritante. Para Poyato, as batidas monótonas e os comandos gritados de Leo eram a antítese da alegria.
O impasse quebrou quando o sistema de som de Poyato pifou. Em vez de silêncio, através da parede, vinha apenas a respiração ofegante e os grunhidos dos alunos de Leo. Foi um som primitivo, rítmico. Poyato, inspirado, começou a guiar sua classe pelo som daquela respiração coletiva. “Ouçam o ritmo interno! Sigam essa pulsação!”
Intrigado pelo silêncio repentino ao lado, Leo espiou e viu corpos fluindo em uma onda orgânica. Percebeu que havia uma coreografia no esforço, uma graça na falha muscular.
No dia seguinte, Leo desligou a música. Poyato aumentou o som de seus tambores. E, pela primeira vez, os alunos dos dois lados da parede se moveram ao mesmo tempo, não sob o comando de um só homem, mas sob o ritmo compartilhado do esforço e da entrega.




