Elias sempre foi um homem reservado, mas quando seus olhos se encontraram com os de Arno Antino, algo dentro dele despertou. Arno, com seu sorriso travesso e corpo esculpido, era impossível de ignorar.
A atração entre os dois era eletrizante. Cada olhar, cada toque casual, aumentava a tensão. Até que, numa noite quente de verão, eles não aguentaram mais resistir.
As mãos de Elias percorreram o torso definido de Arno, enquanto os lábios dos dois se fundiam em um beijo voraz. A paixão os consumia, e logo estavam entrelaçados, explorando cada centímetro um do outro.
Arno era dominador, mas Elias sabia exatamente como provocá-lo. Em um jogo de poder e prazer, eles se entregaram completamente, transformando a noite em uma memória inesquecível.
No fim, exaustos mas satisfeitos, Elias sussurrou: “Isso não pode ser só uma noite.” Arno sorriu, prometendo com um beijo que essa era apenas o começo.

