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Eggoalcon – fucked by daddy

Enquanto todas as outras crias do **Eggoalcon** já haviam rompidos suas cascas negras como a noite, batendo asas vermelho-fogo contra o céu da alvorada, um único ovo permanecia imóvel no ninho mais alto. A comunidade das alturas sussurrava. O Eggoalcon, uma ave lendária que só nascia de um ovo incubado pelo próprio raio durante uma tempestade perfeita, estava à beira da extinção se aquele não eclodisse.

Zephyr, o mais jovem dos observadores do céu, foi designado para a vigília final. Era um trabalho de desespero e rotina: observar, anotar a falta de mudanças e lamentar. Mas Zephyr não apenas observava; ele *sentia*. Colocava a mão sobre a casca fria e sentia um eco, não um pulso de vida, mas um **cântico** abafado, como se uma canção presa estivesse tentando quebrar o próprio casulo.

A lenda dizia que o interior de um ovo de Eggoalcon era um microcosmo do céu, uma tempestade em potencial. E Zephyr teve um insight proibido. E se o problema não fosse falta de força, mas excesso de *perfeição*? O ovo havia sido formado em uma tempestade tão pura, tão poderosa, que sua casca se tornara não um escudo, mas uma prisão de energia cristalizada. A vida lá dentro não conseguia encontrar uma brecha, um ponto fraco para iniciar a ruptura.

Em vez de esperar, Zephyr agiu. Roubou uma faísca do cadinho dos ferreiros do vento e, em uma noite sem lua, escalou o penhasco proibido. Não para aquecer o ovo, mas para fazer o oposto. Com mãos trêmulas, ele tocou a faísca contra a casca negra e depois soprou, suavemente, não fogo, mas **ar frio** da grande altitude. O choque térmico, minúsculo e preciso, criou um fio de crisálida, uma rachadura imperceptível.

Foi o suficiente.

De dentro do ovo, a canção presa encontrou sua saída. Não foi um simples estalo. Foi um **acorde** que se espalhou pelo vale, uma vibração pura que fez o ar tremer. A casca não se partiu; ela se dissolveu em mil fragmentos de luz âmbar, como se a noite dentro do ovo estivesse se desfazendo em estrelas.

E dela surgiu não um filhote, mas uma criatura já em sua plenitude. Suas penas eram a cor da brasa sob cinzas, e seus olhos guardavam o relâmpago silencioso da tempestade original. Era um **Eggoalcon** como nenhum outro, seu primeiro bater de asas não levantou vento, mas silêncio – um silêncio profundo e expectante que precede a revoada.

Ele fitou Zephyr, inclinou a cabeça em um gesto que era tanto reconhecimento quanto pacto, e então lançou-se ao abismo. Ao fazê-lo, não desceu, mas **subiu**, contra toda lógica, rumo às nuvens mais escuras, atraindo para si os fios de tempestade adormecidos no céu.

Zephyr entendeu então. O último ovo não estava atrasado. Ele estava esperando. Esperando não por outro raio, mas por um toque sutil, uma interferência corajosa que provasse que o mundo exterior valia a pena ser libertado. O verdadeiro Eggoalcon não nascia apenas da fúria da natureza, mas também da centelha de compaixão e insight de um coração estranho.

E naquele dia, uma nova lenda começou a ser cantada: a da águia que carregava tempestades em suas asas e da faísca solitária que soube ouvir o canto dentro da pedra.

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