AmadorBarebackBoqueteVídeos Gays

DiscoDick and Colton Reece

Num futuro próximo, onde a música era uma commodity valiosa, DiscoDick era o DJ mais famoso da cibercidade de Neon Vale. Seu nome era uma lenda, sinônimo de batidas pulsantes que faziam até os androides mais antigos se remexerem. Mas o que ninguém sabia era que suas composições revolucionárias não eram totalmente suas. Ele era um gênio da mixagem, mas um compositor medíocre.

A verdadeira alma por trás dos sucessos era Colton Reece, um programador musical recluso e introspectivo. Trabalhando em um cubículo apertado cheio de hardwares obsoletos, Colton criava sinfonias digitais de uma complexidade emocional avassaladora. Ele vendia as batidas-base, os “corações” das músicas, para DiscoDick através de um intermediário anônimo. DiscoDick então as embelezava com efeitos, samples caros e seu carisma eletrizante, tornando-as palatáveis para as massas.

A fama de DiscoDick explodiu com a música “Neon Pulse”, um hino que definiu uma geração. Colton, assistindo de seu apartamento minúsculo, viu DiscoDick aceitar o prêmio de “Música do Ano”, agradecendo a sua “genialidade solitária”. Aquele foi o estopim.

Colton decidiu parar de vender. Ele criou uma nova peça, uma batida chamada “Código de Silêncio”, tão profunda e pessoal que doía. Em vez de vendê-la, ele a lançou anonimamente na dark web, um presente cru para os verdadeiros amantes da música.

O silêncio de Colton deixou DiscoDick desesperado. Sem novas batidas, suas performances viraram repetições vazias. Seu público notou. Em um show desastroso, a plateia vaiou. Foi quando, dos alto-falantes, ecoou “Código de Silêncio”. Alguém na plateia a tinha baixado. A multidão, em êxtase, calou-se para ouvir a melodia pura e complexa. Era uma emoção que DiscoDick nunca tinha conseguido transmitir.

Humilhado e perspicaz, DiscoDick usou seus recursos para caçar o compositor fantasma. Ele encontrou Colton não em um estúdio high-tech, mas em um bar decadente, onde o programador tocava teclado acústico para meia dúzia de bêbados.

“Por que?”, DiscoDick perguntou, mais confuso do que irado.

“Porque você vendeu a alma da música”, Colton respondeu, sem olhar para ele. “Você embrulhou meu coração em neon e o chamou de seu.”

DiscoDick poderia ter processado, ameaçado ou comprado Colton de novo. Mas, ouvindo aquela melodia simples no bar, ele sentiu algo raro: a verdade. Ele fez uma oferta diferente. Uma parceria. Colton seria o compositor, o nome por trás das batidas. DiscoDick seria o arquiteto do som, o intérprete.

Relutante, Colton aceitou. O primeiro lançamento da “nova” dupla chocou o mundo. Veio creditado como **”Colton Reece & DiscoDick”**. A música se chamava “Reconexão”. Era a batida visceral de Colton com a maestria performática de DiscoDick, mas agora em perfeito equilíbrio. Uma sinergia.

Colton ganhou o reconhecimento que merecia. DiscoDick, por sua vez, descobriu que compartilhar os holofotes não o diminuiu, mas o libertou. Ele ainda era o Rei da Pista, mas agora tinha um consorte: o Arquiteto dos Sonhos. E a música, finalmente, tinha recuperado sua alma.

Vídeos relecionados

Botão Voltar ao topo

SEXO GOSTOSO ENTRE BRASILEIROS 🔥

X