Dane Renner, Lucas Dias – That nice shower after sex with a cumshot
O armazém à beira do rio era o ponto de encontro perfeito para negócios que não podiam ser feitos à luz do dia. A chuva fina batia no telhado de zinco, criando uma melodia sombria e constante. Dois homens se encaravam no vasto espaço vazio, iluminado apenas por um único refletor.
De um lado, Dane Renner. Ex-agente federal, agora um “solucionador de problemas” de alto nível. Seu sobretudo escuro estava encharcado, mas suas mãos, calejadas e firmes, não tremiam. Seus olhos, cor de aço, eram dois canais de calma mortal. Ele não carregava uma arma à vista; com Dane, a arma era sempre ele mesmo.
Do outro lado, Lucas Dias. Um nome que sussurravam nos submundos da cidade. Um prodígio do crime, jovem, com um sorriso afiado e olhos que calculavam tudo. Ele usava um terno impecável, que parecia absurdo naquele lugar, e se apoiava casualmente em uma pilha de caixas vazias.
“O Sr. Vargass está muito desapontado, Renner,” disse Lucas, sua voz um fio sedutor e perigoso. “Ele pagou por uma entrega limpa. O que ele recebeu foi… atenção não desejada.”
“Vargass contratou-me para recuperar seu ativo, não para embalar com um laço,” a voz de Dane era áspera, sem emoção. “O ativo foi recuperado. As consequências são um custo operacional.”
Lucas riu, um som seco que ecoou no armazém. “Custos operacionais. Eu gosto disso. Mas veja, o problema é que a atenção veio na forma de um dos meus homens. Agora ele está sob custódia, cantando como um canário.”
“Problema seu,” Dane encolheu os ombros. “Eu não pago pela incompetência alheia.”
“É aí que você se engana.” O sorriso de Lucas desapareceu. “Vargass acredita que você é um elo solto. E elos soltos são cortados.”
Num movimento fluido, Lucas puxou uma faca tática de dentro do paletó. A lâmina refletiu a luz fraca. Dane não se moveu. Ele apenas observou, como um zoólogo estudando um animal perigoso.




