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Dallas Steele plows Cade Cain

O salão “O Coyote” era o lugar mais perigoso do território, e **Dallas Steele** era seu dono. Ela não carregava um revólver à cintura, mas uma chave inglesa. Mecânica de motores a jato e de corações partidos, ela era durona como o **Steele** (aço) que seu nome prometia, consertando naves e mantendo a paz com um olhar afiado e uma mente ainda mais afiada.

Tudo mudou quando **Cade Cain** entrou pela porta dupla. Ele era um mercenário, um caçador de recompensas cujo nome era sussurrado com medo. Diziam que ele era a própria encarnação do primeiro assassinato, um homem que trazia o **Caim** da Bíblia em seu rastro. Ele estava na pista de um fugitivo, e todas as evidências apontavam que o alvo estava escondido no salão de Dallas.

Um jogo de gato e rato começou. Cade, frio e calculista, pressionava. Dallas, desconfiada e firme, resistia. Ele revirava o salão com suas táticas de intimidação; ela consertava as portas que ele arrombava, sem perder a compostura. A atração entre eles não era doce, era como fricção de metal, criando faíscas perigosas.

A verdade veio à tona quando o verdadeiro criminoso, um traidor da guilda de Cade, tentou matar Dallas para silenciá-la. Num instante, a frieza de Cade se transformou em fúria protetora. Ele e Dallas lutaram lado a lado, sua violência letal e seu engenho brutal se combinando em uma dança mortal perfeita.

Com o perigo neutralizado, eles se encontraram na oficina, entre o cheiro de óleo e plasma. O olhar de Cade já não era de ameaça, mas de admiração. E a rigidez de Dallas derreteu, revelando a mulher que não precisava ser durona o tempo todo.

Dallas Steele, a mulher que consertava coisas, encontrou naquele que todos viam como destruição, **Cade Cain**, a única força que a completava. E ele, o assassino solitário, encontrou no refúgio dela um lugar para, finalmente, depor as armas. Dois lados de uma moeda sangrenta, agora unidos.

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